Cidade de Deus é o único filme brasileiro eleito o melhor do século 21 pelo jornal NYT

Em 2003, a obra foi indicada em quatro categorias do Oscar

Escrito por Redação producaodiario@svm.com.br
01 de Julho de 2025 - 18:03 (Atualizado às 22:57)
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Legenda: O filme, que é um dos marcos do cinema nacional, é inspirado em um livro de mesmo nome do filme, escrito por Paulo Lins.
Foto: Repordução / Divulgação.

O filme 'Cidade de Deus', dirigido por Fernando Meirelles e Kátia Lund, é o único filme brasileiro eleito um dos 100 melhores do século 21 pelo jornal norte-americano The New York Times. A produção aparece na 15ª posição do ranking.

“Parasita”, longa sul-coreano foi vencedor da Palma de Ouro em 2019 e do Oscar 2020, ocupa o topo da lista, na última sexta-feira (27).

A seleção foi feita com votos de mais de 500 atores, diretores e profissionais da indústria cinematográfica de vários países. A informação é do g1.

Em março do ano passado, "Cidade de Deus" foi escolhido como o melhor filme internacional de gângster pelo site Collider, considerado uma das principais plataformas que debatem a indústria do cinema.

Qual a verdadeira história do filme 'Cidade de Deus'?

O enredo narra a história de Buscapé, adolescente que sonha em ser fotografo e mudar usa realidade
Legenda: O enredo narra a história de Buscapé, adolescente que sonha em ser fotografo e mudar usa realidade
Foto: Divulgação/Miramax

O filme, que é um dos marcos do cinema nacional, é inspirado em um livro que leva o mesmo nome e foi escrito pelo brasileiro Paulo Lins. O romance foi lançado em 1997, e o filme esteirou nas telas em 2003.

A obra de Lins é inspirada em acontecimentos reais. Segundo o portal TechTudo, o livro é uma semi-biografia do autor e conta sua infância na periferia do Rio de Janeiro. Alguns personagens são reais e outros foram representações de conhecidos.

O enredo narra a história de Buscapé, adolescente que sonha em ser fotografo e mudar usa realidade.

Quantos Oscars o filme 'Cidade de Deus' ganhou?

Em 2003, a obra foi indicada em quatro categorias: direção (Fernando Meirelles); roteiro adaptado (Bráulio Mantovani); montagem (Daniel Rezende); e fotografia (César Charlone). O filme, entretanto, não foi vencedor em nenhuma.

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