Wagner Moura está entre as 50 personalidades mais influentes para os EUA, aponta jornal americano

O The Washington Post considerou a carreira artística do ator brasileiro e os posicionamentos políticos dele.

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Redação producaodiario@svm.com.br
Wagner Moura é um homem branco de meia idade de cabelo preto quase grisalho e barba da mesma cor. Na foto, ele está sorrindo de boca fechada e usa terno azul com camisa preta por baixo.
Legenda: Wagner Moura foi o primeiro brasileiro indicado à categoria de "Melhor Ator" do Oscar.
Foto: MICHAEL TRAN/AFP.

O The Washington Post incluiu Wagner Moura, nesta semana, no "Post Next 50". O ranking é divulgado anualmente pelo jornal e destaca personalidades consideradas decisivas para o futuro dos Estados Unidos.

O ator brasileiro foi classificado como uma "superestrela" e figura entre nomes de peso, como o ator Cory Michael Smith, a humorista Keyla Monterroso Mejia e o prefeito de Nova York, Zohran Mamdani.

O reconhecimento se deve, em parte, à carreira dele nos EUA após "Narcos", da Netflix, em que interpretou Pablo Escobar, e aos "desabafos" que tem feito sobre ter sido quase "impossível" ser artista no Brasil durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro — hoje, preso por tentativa de golpe de Estado.

Wagner também se sobressaiu devido aos seus posicionamentos políticos, inclusive, quando criticou a guerra na Faixa de Gaza e as ações do ICE, o Serviço de Imigração e Controle de Aduanas dos Estados Unidos.

[Wagner Moura] provou ser um ator que não apenas apoia causas usando fitinhas, mas que defende aberta e publicamente suas crenças políticas. Não hesita em chamar a guerra em Gaza de 'genocídio' ou em denunciar o 'racismo' das atividades do ICE".
The Washington Post
Jornal norte-americano

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Indicação ao Oscar

Wagner Moura conseguiu um feito histórico este ano. Devido à sua atuação em "O Agente Secreto", de Kleber Mendonça Filho, ele foi o primeiro brasileiro a receber uma indicação à categoria de "Melhor Ator" no Oscar.

Pelo mesmo personagem, ele também foi o primeiro a vencer o Globo de Ouro na categoria "Melhor Ator em Filme de Drama" e o primeiro a vencer como "Melhor Ator" no Festival de Cannes.

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