Novo livro sugere que Marilyn Monroe pode ter sido assassinada, diz James Patterson

Autor best-seller afirma que diva de Hollywood tinha informações “perigosas” e vivia cercada de figuras influentes.

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Redação producaodiario@svm.com.br
Livro traz detalhes sobre a morte de Marilyn Monroe, em agosto de 1962.
Legenda: Livro traz detalhes sobre a morte de Marilyn Monroe, em agosto de 1962.
Foto: Reprodução/X.

A morte de Marilyn Monroe, ocorrida em 4 de agosto de 1962, volta a ganhar destaque com o lançamento de um novo livro do escritor americano James Patterson. A estrela, encontrada sem vida aos 36 anos, teve sua morte atribuída oficialmente a uma overdose de barbitúricos.

No entanto, o autor, amplamente conhecido por seus sucessos literários e mais de 500 milhões de exemplares vendidos, levanta outra hipótese em sua obra “The Last Days of Marilyn Monroe: A True Crime Thriller”. Segundo ele, a artista “foi, provavelmente, assassinada”.

Em entrevista à revista The Hollywood Reporter, Patterson afirmou: “Eu acho que ela estava navegando por águas muito perigosas”. O escritor destaca que Marilyn mantinha vínculos próximos com o presidente John F. Kennedy, com Robert Kennedy, com Frank Sinatra e com nomes ligados à máfia. “Ela tinha relacionamentos incríveis com o presidente Kennedy, com Robert Kennedy, com Sinatra e com figuras da máfia. Eles contavam coisas para ela, e ela guardava tudo. Ela tinha informações que eram meio perigosas". 

Obra revisita momentos finais da atriz

A obra, que chega ao mercado norte-americano em 1º de dezembro, revisita tanto a vida quanto os momentos finais da atriz. Patterson disse à The Hollywood Reporter que, apesar da vasta literatura já existente sobre Marilyn, encontrou fatos pouco explorados. Ele cita como exemplo detalhes da infância da atriz: “(Por exemplo) os 11 lares adotivos (por onde ela passou). O fato de que ela tinha uma gagueira bem forte quando era criança”, e acrescenta que se surpreendeu ao investigar aspectos da morte, como a falta de rigor da autópsia e suspeitas de que a cena teria sido manipulada.

“Eu não sabia quase nada sobre a cena da morte, sobre a autópsia não ter sido tão completa quanto deveria, sobre um dos investigadores ter certeza de que a cena foi armada. A questão é: muita gente sabe um pouco sobre ela, mas não tanto assim. Você ficaria surpreso". 

Com um patrimônio estimado em US$ 800 milhões, James Patterson acumula uma carreira marcada por mais de 250 livros publicados. Sua estreia literária ocorreu em 1976 com “The Thomas Berryman Number”, obra que lhe rendeu o prêmio Edgar Award de Melhor Romance de Estreia e deu início à trajetória do autor que agora reacende um dos mistérios mais debatidos de Hollywood.