Jornalista Conrado Corsalette morre aos 47 anos

Comunicador deixa duas filhas, de 13 e 11 anos.

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Redação producaodiario@svm.com.br
(Atualizado às 14:48)
foto do jornalista Conrado Corsalette, que morreu aos 47 anos.
Legenda: Conrado era diretor de redação do jornal digital Poder360.
Foto: Reprodução/Poder 360.

O jornalista Conrado Corsalette morreu aos 47 anos, nesta quinta-feira (8), em São Paulo. O comunicador era secretário de redação adjunto na sucursal paulista do jornal digital Poder360. As causas do falecimento e informações sobre a data e local do velório ainda não foram divulgadas.

Conrado Corsalette deixa duas filhas, de 13 e 11 anos.

A apresentadora Renata Lo Prete, âncora do Jornal da Globo, era amiga de Conrado e já trabalhou diretamente com ele na seção "Painel", do jornal Folha de S.Paulo. Ela comentou sobre a generosidade, competência e humildade de Corsalette.

“Conrado era um homem doce, afetuoso, solar, generoso nas palavras, nos gestos e nos sorrisos. Foi um ótimo jornalista e um extraordinário colega, ensinando todo dia que nosso ofício não precisa de mal-querer nem de agressividade para ser bem feito, mas de humildade, humanismo e respeito aos fatos e às pessoas”, afirmou. 

Fernando Rodrigues, diretor de redação do Poder360, prestou condolências à família de Conrado e lamentou a perda precoce do colega de trabalho.

“Conrado era um dos mais brilhantes jornalistas de sua geração. Admirado e querido por todos. Um profissional que tinha grande perspicácia para entender o que era uma notícia e como fazer bom jornalismo profissional. Uma pessoa de caráter, era generoso com os mais jovens e demonstrava grande paixão pela profissão. Conversávamos com frequência. Esses diálogos eram uma fonte de inspiração para mim e para todos da Redação que conviviam com ele. Estou triste com essa perda irreparável”, disse o jornalista.

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Carreira

Corsalette nasceu em 5 de fevereiro de 1978, em Santo Anastácio, São Paulo. Formou-se em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero. Recentemente, trabalhava no Poder360 e também foi cofundador e editor-chefe do Nexo Jornal, com passagens como editor de política do Estadão, editor adjunto de cotidiano da Folha de S. Paulo e repórter do Agora São Paulo.

O jornalista ainda escreveu o livro "Uma crise chamada Brasil: a quebra da Nova República e a erupção da extrema direita", título publicado pela Fósforo Editora em 2023.

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