Ceará tem 2º pior rendimento domiciliar per capita do Brasil; veja valores por estado

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada pelo IBGE nesta sexta-feira (27).

Escrito por
Redação producaodiario@svm.com.br
(Atualizado às 14:42)
Imagem da Praça do Ferreira em Fortaleza.
Legenda: IBGE divulgou rendimento domiciliar per capita 2025 para Brasil e unidades da federação.
Foto: Thiago Gadelha / SVM

Pelo segundo ano consecutivo, o Ceará registrou o segundo menor rendimento mensal domiciliar per capita do Brasil em 2025, com o valor de R$ 1.390. O valor é inferior ao salário mínimo daquele ano, que era de R$ 1.518.  

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada pelo IBGE nesta sexta-feira (27).

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​O valor cearense também é 60% inferior à média nacional (R$ 2.316), superando apenas o Maranhão, que registrou o menor rendimento do País (R$ 1.219).

Com o resultado, o Estado mantém a mesma posição ocupada em 2024.

​Maiores rendimentos

​No topo da lista, o Distrito Federal detém o maior rendimento mensal do País, registrando R$ 4.538. Na sequência, aparecem São Paulo (R$ 2.956) e Rio Grande do Sul (R$ 2.839). Veja o ranking:

  1. Distrito Federal: R$ 4.538
  2. São Paulo:  R$ 2.956
  3. Rio Grande do Sul:  R$ 2.839
  4. Santa Catarina:  R$ 2.809
  5. Rio de Janeiro:  R$ 2.794
  6. Paraná:  R$ 2.762
  7. Mato Grosso do Sul: R$  2.454
  8. Goiás:  R$ 2.407
  9. Minas Gerais:  R$ 2.353
  10. Mato Grosso:  R$ 2.335
  11. Espírito Santo:  R$ 2.249
  12. Tocantins:  R$  2.036
  13. Rondônia:  R$ 1.991
  14. Roraima(1):  R$ 1.878
  15. Rio Grande do Norte:  R$ 1.819
  16. Amapá:  R$ 1.697
  17. Sergipe:  R$ 1.697
  18. Pernambuco:  R$ 1.600
  19. Piauí:  R$ 1.546
  20. Paraíba:  R$ 1.543
  21. Amazonas:  R$ 1.484
  22. Bahia:  R$ 1.465
  23. Alagoas:  R$ 1.422
  24. Pará:  R$ 1.420
  25. Acre:  R$ 1.392
  26. Ceará: R$ 1.390
  27. Maranhão:  R$  1.219 

​Como o cálculo é feito

​Conforme o IBGE, o rendimento domiciliar per capita é a razão entre o total dos rendimentos nominais e o número de residentes de cada domicílio.

O cálculo abrange rendas provenientes do trabalho e de outras fontes, contabilizando todos os ocupantes da residência, inclusive pensionistas, empregados domésticos e seus parentes.

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