Zoológico de Fortaleza será reaberto para visitação em abril, diz prefeito

O parque estava fechado desde 2023 para obras de reforma e modernização.

Escrito por
Redação producaodiario@svm.com.br
Onça-pintada deitada na sombra em zoológico de Fortaleza.
Legenda: Um dos animais recém-chegados ao parque é uma onça-pintada. A espécie está ameaçada de extinção no Brasil.
Foto: Kiko Silva/Divulgação Prefeitura de Fortaleza.

O Zoológico Municipal Sargento Prata deve reabrir para o público no próximo dia 11 de abril. Localizado no bairro Passaré, em Fortaleza, o equipamento estava fechado desde 2023, quando passou por obras de reforma e modernização, e havia a previsão de reabrir em julho do ano passado, o que não se concretizou.

A nova data de reabertura foi anunciada na manhã desta sexta-feira (27) pelo prefeito da Cidade, Evandro Leitão (PT), em entrevista ao programa "Bom Dia, Ceará", da TV Verdes Mares. De acordo com ele, o local terá cerca de 300 animais e 93 espécies diferentes — entre elas, a onça-pintada, ameaçada de extinção no Brasil.

A retomada das atividades do parque histórico faz parte das comemorações dos 300 anos da Capital, celebrados no dia 13 de abril. Paralelamente, serão feitas outras entregas de equipamentos municipais e realizados alguns eventos, como um festival de gastronomia na Praia de Iracema e a apresentação de shows de artistas locais e nacionais.

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Animais passaram por adaptação no zoológico

Em janeiro deste ano, o Diário do Nordeste publicou que os animais recém-chegados ao Sargento Prata passavam por fase de adaptação às instalações. Entre as novas espécies, estão, além da onça-pintada: tamanduá-bandeira, serpente píton-reticulada, macaco grivete, emu, arara-azul, guaxinim, quati, pavão, cateto, gato-do-mato e anta.

Parte desses animais é oriunda de resgates, centros de triagem e outras situações de vulnerabilidade que os impedem de serem reinseridos na natureza.

Além disso, o esforço de adaptação também foi necessário para as espécies que já viviam no zoológico antes das intervenções e que precisaram ser realocadas internamente no período de obras. Algumas tiveram deser retiradas dos recintos devido ao barulho e a movimentação de pessoas estranhas — o que poderia estressá-las.

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