Quando será a Black Friday em 2025? Veja detalhes da data

Data promete movimentar o comércio.

Escrito por
Gabriel Bezerra* gabriel.bezerra@svm.com.br
(Atualizado às 12:36)
Jovem mulher com sacolas de compras na rua.
Legenda: Como a data concentra um grande volume de tráfego e transações em poucas horas, o risco de golpes e ciladas aumenta durante o período de compras.
Foto: Pixel-Shot/Shutterstock.

No fim do ano, chegam duas das datas mais esperadas por consumidores e lojistas: a primeira parcela do 13º salário e a Black Friday. Ambas, em 2025, caem na mesma data: a última sexta-feira de novembro, dia 28.

Comerciantes do setor já iniciaram os anúncios para o dia de promoções, considerado o melhor momento para compras e vendas, podendo consolidar a data como uma das mais importantes para a economia regional e nacional.

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As promoções vão desde “chuvas de cupons” até os chamados “esquentas”, que já estão ocorrendo em diversos estabelecimentos.

Qual a origem da Black Friday?

Realizada fielmente na quarta sexta-feira de novembro, a Black Friday tem origem nos Estados Unidos, no dia seguinte ao feriado de Ação de Graças.

A ação promocional é realizada por lojistas para fomentar o consumo e a venda de mercadorias. No dia, os comércios de todo o país “pegam fogo”, levando os consumidores às portas das lojas no aguardo das promoções.

No Brasil, a data ganhou notoriedade em 2012 e, desde então, movimenta o comércio.

Cuidado com os golpes!

Como a data concentra grande volume de tráfego e transações em poucas horas, o risco de golpes e ciladas aumenta, principalmente em compras online. As “ofertas imperdíveis” podem fazer com que o consumidor perca a atenção e acabe caindo em golpes ou spans muito comuns nos dias que antecedem a data.

Um termo bem conhecido entre os consumidores é a “Black Fraude”, que, como o nome sugere, engloba golpes e práticas enganosas que mascaram falsas promoções.

Tipos de golpes na Black Friday, conforme a Serasa

  • Phishing: Golpe que visa capturar dados por meio de links de “confirmação”.
  • Spoofing: O típico site falso, que tem “a cara” da plataforma oficial, mas não é.
  • Falsa caridade: Campanhas de doação aparecem com nomes e causas reconhecíveis. O golpista publica páginas e anúncios com promessas emocionais.

Então, já sabe: viu promoção suspeita? Desconfie. Recebeu um link estranho de desconto? Desconfie. Sempre que possível, confira a oferta no site oficial das lojas.

*Estagiário sob a supervisão da editora Mariana Lazari.

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