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19,3% dos lares no Estado com tablet

Escrito por
Redação producaodiario@svm.com.br
Legenda: No País, 11,1 milhões (16,5%) de domicílios particulares permanentes tinham esse tipo de equipamento em 2014, alta de 5,7 pontos percentuais
Foto: FOTO: JL ROSA

Com presença em 216 mil dos domicílios cearense com acesso à internet, os tablets representavam 19,3% dos equipamentos utilizados para acessar a rede no Estado em 2014. Na Região Metropolitana de Fortaleza, os dispositivos eram usados em 152 mil lares, o equivalente a 22,6%. Já no Nordeste, o tablet era utilizado em 19,1% das residências conectadas e no País em 21,9%.

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Das nove regiões metropolitanas analisadas, a de Fortaleza apresentou a terceira menor proporção de tablets por domicílios com acesso à internet, à frente apenas das de Belo Horizonte (21,5%) e de Belém (12,5%).

De acordo com o IBGE, 11,1 milhões (16,5%) de domicílios particulares permanentes do País tinham tablet em 2014, o que representa um aumento de 5,7 pontos percentuais em relação ao número de 2013. Dentre os lares com tablet, mais da metade (6,1 milhões) estavam na região Sudeste, onde a proporção de domicílios com esse aparelho era de 20,8%, o mais alto registrado entre as regiões. A menor proporção foi estimada para a Região Norte (8,6%).

As unidades da federação com as maiores proporções de domicílios com tablet foram Distrito Federal (30,1%), São Paulo (23,6%) e Rio de Janeiro (22,2%). Por outro lado, Acre (6,8%), Pará (6,8%) e Maranhão (7,1%) apresentaram as menores proporções desse equipamento. São Paulo registrou, juntamente com o Espírito Santo, o maior aumento da proporção de domicílios com esse aparelho em 2014 (7,6 pontos percentuais, cada um).

Renda domiciliar

Segundo o IBGE, a posse de tablet estava associada a um maior rendimento médio mensal domiciliar per capita, que chegou a ser 2,1 vezes maior nos domicílios onde havia esse aparelho. Enquanto os domicílios com tablet apresentavam rendimento médio mensal domiciliar per capita de R$ 2.213, aqueles que não o possuíam registravam renda de R$ 1 049 por pessoa.

Apesar de essa diferença ainda ser grande, diminuiu em relação a 2013, quando alcançou 2,5 vezes, o que demonstraria que o tablet passou a ser um bem mais acessível aos domicílios de menores rendimentos. As regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste registraram valores de rendimento médio mensal domiciliar per capita acima da média nacional, tanto para os domicílios com tablet como para aqueles que não possuíam o aparelho. E a Região Sul registrou a menor diferença de rendimento, em termos proporcionais, na comparação entre os domicílios em que havia ou não tablet (1,8 vez).

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