Do básico ao luxo: Diária para o Réveillon no litoral do Ceará parte de R$ 50 e chega a R$ 10,4 mil

De quarto compartilhado até piscina privativa, as praias mais procuradas do Estado têm hospedagens concorridas mesmo com incertezas da pandemia.

Legenda: A diferença de preço para fazer check-in na mesma praia pode chegar até a R$ 6.549,00.
Foto: Jade Queiroz

O Réveillon no litoral cearense terá opções de hospedagens para os mais variados perfis econômicos. Pesquisa realizada pelo Diário do Nordeste em dois dos principais sites agregadores de hotelaria mostra que é possível encontrar acomodação com diária a R$ 50,00, enquanto a opção mais luxuosa chega a custar R$ 10.470,50.

Para quem busca valores mais módicos na virada do ano, há alternativas de hostels com quarto misto (feminino e masculino) compartilhado. Já aos que querem começar 2021 de maneira suntuosa, estão disponíveis opções bem mais caras, como bangalôs com piscinas privativas.

A diferença de preço para fazer check-in na mesma praia pode chegar até a  R$ 6.549,00.

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Confira os destinos e valores mais baixos e mais altos (26 dez - 1 jan):

  • Fortaleza:

Menor preço: R$ 300 (6 diárias) - R$ 50 (por dia)

Maior preço: R$ 6.246 (6 diárias) - R$ 1.041 (por dia)

  • Cumbuco:

Menor preço: R$ 1.020 (6 diárias) - R$ 170 (por dia)

Maior preço: R$ 26.387 (6 diárias) - R$ 4.397,83 (por dia)

  • Taíba:

Menor preço: R$ 2.200 (6 diárias) - R$ 366,66 (por dia)

Maior preço: R$ 57.690 (6 diárias) - R$ 6.915 (por dia)

  • Icaraí de Amontada:

Menor preço: R$ 2.007 (6 diárias) - R$ 334,5 (por dia)

Maior preço: R$ 7.000 (6 diárias) - R$ 1.166,66 (por dia)

  • Jericoacoara:

Menor preço: R$ 2.686 (6 diárias) - R$ 447,66 (por dia)

Maior preço: R$ 62.823 (6 diárias) - R$ 10.470,50 (por dia)

  • Canoa Quebrada:

Menor preço: R$ 1.145 (6 diárias) - R$ 190,83 (por dia)

Maior preço: R$ 4.590 (6 diárias) - R$ 765 (por dia)

Novo perfil

"Há uma mudança no perfil do turismo já que as pessoas não estão podendo viajar para fora do País. Quem vem para as praias do litoral cearense são os próprios nordestinos, é um turista regionalizado", aponta o presidente da ABIH/CE, Régis Medeiros. A ABIH ainda não tem estimativa de percentual de ocupação para o Réveillon.

“Acredito que teremos um bom movimento no litoral, principalmente por essa mudança no perfil. Fortaleza é diferente, já que existe a necessidade de um fluxo maior de voôs”, afirma.

 

 

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