Músico Baden Powell recebe homenagem do filho no 1° dia do Festival Jazz & Blues

Festival Jazz & Blues tem início neste fim de semana com uma programação inteiramente virtual

Escrito por
Redação producaodiario@svm.com.br
Esta é uma imagem do compositor e arranjador Gilson Peranzzetta e o violonista Marcel Powell
Legenda: Gilson Peranzzetta e o violonista Marcel Powell celebram obra de Baden Powell no Festival Jazz & Blues
Foto: Divulgação

Um encontro de gerações, instrumentos e talentos marca o primeiro dia do Festival Jazz & Blues, que tem início neste sábado (13) em formato integralmente virtual. Com o show “Viva Baden”, o pianista e arranjador Gilson Peranzzetta e o violonista Marcel Powell celebram o legado e a obra do compositor Baden Powell, que fez história na música brasileira. 

A homenagem ganha tom ainda mais especial por ser interpretada pelo próprio filho de Baden. Para Marcel, a arte de interpretar é uma paixão que independe do compositor, mas que reviver a obra do pai se torna algo mais pessoal

“Quando interpreto a obra do meu pai, tenho um pouco mais de intimidade com as músicas dele do que com as músicas de qualquer outro compositor pela convivência que eu tive com ele, a qual eu não tive com nenhum outro”, relata Marcel.

Para a apresentação, os intérpretes escolheram sucessos da carreira de Baden Powell, como "Tem Dó", "Deixa" e " Canto de Ossanha", as quais o músico compôs em parceria com Vinicius de Moraes.  “O legado que meu pai deixou é algo realmente único. Ele deixou um legado como compositor, como violonista e como músico. Ele deixou uma marca registrada com as suas composições, com sua maneira de tocar o instrumento e eu acho (isso) de extrema importância”, afirma. 

Além da importância de homenagear o pai, Marcel Powell acredita que participar do Festival Jazz & Blues no formato virtual é uma experiência bastante positiva por ser uma forma de continuar levando a música para as pessoas, mesmo dentro de casa. Para o músico, o importante é manter o contato com o público, seja virtual ou presencial. 

“Eu avalio como uma experiência positiva no sentido de que é uma forma de se manter acontecendo esse festival tão importante”, diz. 



 

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