Velório de Juliana Marins será aberto ao público nesta sexta-feira (4)

A brasileira morreu em uma trilha a um vulcão na Indonésia

Juliana Marins na Indonésia
Legenda: Juliana Marins fazia um mochilão por países asiáticos quando, durante uma trilha a um vulcão, escorregou e caiu em um penhasco
Foto: Reprodução/Instagram

O corpo da publicitária Juliana Marins será velado nesta sexta-feira (4), em cerimônia aberta ao público. A despedida será no Cemitério e Crematório Parque da Colina, em Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro, onde ela morava com a família.

Juliana foi encontrada morta no último 24 de junho, dias após cair em um penhasco na trilha do Monte Rinjani, um vulcão na ilha de Lombok, na Indonésia.

O velório aberto ao público será das 10 horas às 12h. Depois, até 15h, será restrito a familiares e amigos.

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Na manhã desta quarta-feira (2), a Polícia Civil do Rio de Janeiro refez a necropsia no corpo de Juliana. O exame durou cerca de duas horas e foi feito por dois peritos legistas. O procedimento foi, ainda, acompanhado por um perito da Polícia Federal e um assistente técnico representante da família da publicitária. O resultado preliminar será divulgado em até sete dias.

O novo exame foi solicitado pela família da turista, que questiona o laudo apresentado por legistas indonésios. Segundo o país, ela morreu de hemorragia decorrente de lesões em órgãos internos, provocadas por um trauma contundente.

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Lembre o caso

Juliana Marins fazia um mochilão por países asiáticos quando, no dia 21 de junho, durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia, caiu de uma altura de aproximadamente 300 metros. As operações de resgate foram constantemente interrompidas pelo governo local, que alegava dificuldades em enfrentar as condições climáticas na região.

O corpo da publicitária foi encontrado morto no dia 24, mas só foi retirado do penhasco um dia depois, com ajuda de alpinistas e montanhistas locais.

O translado de Bali, na Indonésia, até o Brasil, foi custeado pela prefeitura de Niterói. 

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