Vítimas da pandemia de Covid-19 e profissionais da saúde são homenageados em Fortaleza
Lei que institui o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19 foi sancionada nesta segunda-feira (11). Data será celebrada dia 12 de março.
As mais de 700 mil vítimas da pandemia foram homenageadas, na noite desta segunda-feira (11), no Complexo Cultural Estação das Artes, em Fortaleza. Com iniciativa do Ministério da Saúde, a fachada do espaço cultural contou com projeções para marcar a sanção da lei que criou o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19, assim como para homenagear o SUS e os profissionais de saúde que atuaram na pandemia.
A lei institui a data de 12 de março como o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19 e foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta segunda (11).
As projeções realizadas nesta noite buscam reforçar a importância da memória coletiva diante dos impactos da pandemia no Brasil.
Seis capitais recebem projeções
A ação integra um total de seis projeções simultâneas em capitais brasileiras. Além de Fortaleza, a homenagem é realizada nas seguintes cidades:
- Rio de Janeiro (RJ): no Cristo Redentor e no Centro Cultural do Ministério da Saúde (CCMS);
- Brasília (DF): no Congresso Nacional;
- São Paulo (SP): na esquina da Avenida Paulista com a Rua da Consolação;
- Porto Alegre (RS): no Centro de Oncologia do Hospital Conceição (GHC);
- Manaus (AM): no Centro Cultural Casarão de Ideia.
Conforme o Ministério da Saúde, essa é uma maneira de relembrar o papel imensurável do SUS e de seus profissionais da linha de frente. Em meio ao combate à Covid, foram necessários diversos especialistas defendendo a necessidade da vacinação e das políticas públicas para salvar vidas.
A iniciativa ocorre pouco mais de um mês após o Ministério da Saúde inaugurar o Memorial da Pandemia, no Centro Cultural do Ministério da Saúde (CCMS), no dia 7 de abril.
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Projeto 'Cada Nome, Uma Vida'
Nesta segunda, o Palácio do Planalto recebeu o projeto “Cada Nome, Uma Vida”, obra dedicada à memória das vítimas da pandemia.
A instalação pública foi inicialmente pensada para o CCMS, no Rio de Janeiro como uma forma de não permitir o apagamento dos nomes daqueles que morreram durante o combate à Covid-19. Uma réplica do projeto é o que está circulando pelo Brasil e busca ampliar o acesso à memória coletiva, convidando o público a refletir sobre os impactos da pandemia.