Aeroporto de Fortaleza terá ponto de vacinação contra sarampo durante a Copa do Mundo 2026

A ação visa ampliar a imunização dos passageiros, trabalhadores do aeroporto e tripulações.

Escrito por
Redação producaodiario@svm.com.br
foto de enfermeira manuseando vacina.
Legenda: O imunizante será ofertado em pontos estratégicos dentro do aeroporto.
Foto: Thiago Gadelha.

O Aeroporto Internacional Pinto Martins, em Fortaleza, contará com um ponto especial de vacinação contra o sarampo para suprir a alta demanda de viajantes durante a Copa do Mundo de 2026.

A ação visa ampliar a imunização dos passageiros, trabalhadores do aeroporto e tripulações, reforçando a prevenção contra o sarampo, doença altamente contagiosa e transmitida por via aérea.

A iniciativa é articulada pela Secretaria Municipal da Saúde de Fortaleza (SMS), em parceria com a Secretaria da Saúde do Estado do Ceará (Sesa) e Fraport Brasil.

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Sobre a vacinação no Aeroporto de Fortaleza

No período de 1º a 3 de junho de 2026, das 8h às 17h, a ação contempla a comunidade aeroportuária, passageiros com destino à Copa (Estados Unidos, México e Canadá) e população geral. Já nas datas de 20 a 24 de julho de 2026, a ação é voltada aos viajantes que estão retornando após os jogos.

Segundo a Sesa, serão disponibilizadas equipes de vacinação e registro, além da aplicação da vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola. O imunizante será ofertado em pontos estratégicos dentro do aeroporto.

"A vacinação é a forma mais segura e eficaz de prevenção contra o sarampo. Levar essa estratégia para o aeroporto é uma maneira de proteger quem viaja, quem trabalha no local e também toda a população, diante do aumento da circulação internacional de pessoas durante a Copa do Mundo", diz Riane Azevedo, secretária municipal da Saúde de Fortaleza.

Sarampo

O sarampo é uma doença infecciosa altamente contagiosa que já foi uma das principais causas de mortalidade infantil em todo o mundo, conforme o Ministério da Saúde. Apesar dos avanços significativos no controle e prevenção por meio da vacinação, a virose ainda representa um desafio para a saúde pública, especialmente em regiões com baixas taxas de imunização. 

Em 2025, o Ceará alcançou 92% da cobertura vacinal da primeira dose do imunizante e 80% na segunda, enquanto o Brasil registrou 92% e 78% no mesmo período.

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