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PGR afirma ser contra presença de policiais dentro da residência de Jair Bolsonaro

Declaração foi compartilhada nesta sexta-feira (29)

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Redação producaodiario@svm.com.br
(Atualizado às 19:12)
Imagem do ex-presidente Jair Bolsonaro para matéria sobre PGR afirma ser contra presença de policiais dentro da casa de Bolsonaro
Legenda: Na terça (26), o ministro Alexandre de Moraes havia determinado o monitoramento em tempo integral de Bolsonaro
Foto: NANCY AYUMI KUNIHIRO / Shutterstock

A Procuradoria-Geral da República (PGR) se posicionou, nesta sexta-feira (29), contra a presença de policiais dentro da casa do ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar em Brasília. A sugestão partiu da Polícia Federal, considerando o risco de fuga. 

Conforme o g1, a PGR enviou um documento ao Supremo Tribunal Federal (STF) detalhando que podem realizar o aumento na fiscalização do cumprimento da prisão domiciliar. No entanto, isso pode ser feito por meio de uso de câmeras na parte externa, sem necessidade de agentes no interior da casa.

"Não se mostra à Procuradoria-Geral da República indeclinável que se proceda a um incremento nas condições de segurança no interior da casa", declarou o procurador-geral Paulo Gonet.

Monitoramento em tempo integral

Na última terça-feira (26), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) determinou o monitoramento em tempo integral de Bolsonaro. 

A Polícia Penal do Distrito Federal será responsável pela vigilância do endereço residencial do ex-presidente. Essa medida foi oficializada por Moraes após a PGR defender o monitoramento integral por risco de fuga.

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Risco de fuga

O ex-presidente está sendo investigado por utilizar sanções aplicadas pelos Estados Unidos para tentar atrapalhar a ação penal da trama golpista que corre no Judiciário brasileiro. Na última semana, um relatório da Polícia Federal apontou possível descumprimento das medidas cautelares por parte de Bolsonaro. 

Isso porque houve um pedido de asilo político na Argentina, em documento produzido durante fevereiro de 2024. Neste período, a operação realizou busca e apreensão contra Bolsonaro.

"Os elementos de prova obtidos pela Polícia Federal indicam que Jair Messias Bolsonaro tinha posse de documento destinado a possibilitar sua evasão do território nacional", disse Moraes no dia 20 de agosto.  

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