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Bolsonaro está com 'perda de equilíbrio' ao levantar, diz Michelle

Ex-presidente estaria apresentando quadros de tontura em virtude de medicação.

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Redação producaodiario@svm.com.br
Bolsonaro de perfil, sério. É um homem idoso de cabelo grisalho penteado para o lado. Imagem usada em matéria sobre transferência do ex-presidente a Papudinha.
Legenda: Jair Bolsonaro está preso na superintendência da Polícia Federal, em Brasília.
Foto: Fábio Rodrigues/Agência Brasil.

O ex-presidente Jair Bolsonaro estaria sofrendo com “perda de equilíbrio” quando tenta se levantar na sede da Superintendência da Polícia Federal (PF) de Brasília, onde está preso. A afirmação foi feita pela ex-primeira-dama do País, Michelle Bolsonaro, nas redes sociais.

Segundo a esposa de Bolsonaro, um dos advogados do ex-presidente afirmou a ela que “Jair está com perda de equilíbrio ao se levantar em decorrência dos medicamentos”. Na última terça-feira (6), o ex-mandatário bateu a cabeça ao cair da cama, e sofreu um traumatismo craniano leve.

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“Mesmo assim, o quarto segue trancado. Quando a segurança era feita apenas pela Polícia Federal, a porta permanecia aberta. Agora, com a Polícia Penal Federal, isso não é mais possível. O medo é real: ele pode cair novamente e ninguém ouvir”, declara Michelle.

Entenda o caso

Bolsonaro vem apresentando repetidos episódios de soluços, e chegou a ser submetido à cirurgia em Brasília para controlar as crises. Na madrugada de terça-feira, durante um dos eventos, o ex-presidente caiu e bateu a cabeça.

O novo episódio ocorre dias após o ex-presidente apresentar melhora em seu quadro, após passar nove dias internado após uma cirurgia de hérnia inguinal bilateral.

Desde que retornou à prisão na Superintendência da PF, em 1º de janeiro, Bolsonaro não havia apresentado crises frequentes de soluço. Entretanto, o jornal O Globo publicou que pessoas ouvidas em sigilo afirmaram que o ex-presidente se queixava de dificuldades para dormir.

O ex-mandatário está preso em Brasília desde 22 de novembro do ano passado por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes. Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por envolvimento na trama golpista que buscava impedir a posse do então presidente e vice eleitos, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSB).

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