Governo do Ceará discute protocolos para retomada de festas sociais sem pista de dança

Conjunto de medidas deve incluir distanciamento entre mesas, uso de álcool e proibição de pistas de dança

Legenda: Data para a realização de eventos sociais no Ceará ainda será definida posteriormente pelo comitê e pelo governador Camilo Santana
Foto: Shutterstock

O desenho das orientações para que os eventos sociais no Ceará voltem a acontecer começou a tomar forma. De acordo com o secretário executivo de Planejamento e Orçamento, Flávio Ataliba, foi apresentada ao setor, nesta quinta-feira (1º), uma proposta de protocolos de combate ao coronavírus. Ele destaca que o conjunto de medidas é para quando os números de saúde permitirem a retomada.

As medidas incluem distanciamento de mesas, uso de álcool em gel e proibição de pista de dança em casamentos, aniversários e outras modalidades de eventos sociais.

“A Secretaria da Saúde (Sesa) apresentou uma série de orientações aos representantes do segmento, que ficaram de apresentar também algumas sugestões de aprimoramento desses protocolos”, diz Ataliba. Até a sexta-feira (2), o conjunto de medidas deve estar definido.

“Mas é importante deixar muito claro que a data de início dos eventos sociais quem define é o comitê, juntamente com o governador Camilo Santana. Sabemos que os eventos sociais possuem características mais complexas. (...) Nesse sentido, os cuidados com os protocolos precisam ser redobrados”
Flávio Ataliba
Secretário executivo de Planejamento e Orçamento

Crivo do comitê

Quando os protocolos forem definidos, devem ser encaminhados ao comitê de enfrentamento à pandemia e ao governador. “Ficará à critério deles, que podem fazer uma revisão do que foi acertado com o segmento. A última palavra é do comitê”, detalha Flávio Ataliba.

Só após os protocolos definidos e autorizados pelo comitê é que o Governo do Ceará, quando os números de saúde indicarem a possibilidade da retomada, definirá a data de retomada dos eventos sociais.

“É um desafio, sabemos que o segmento está bem prejudicado. Precisamos da colaboração dos empresários”, finaliza o secretário.

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