Ceará confirma terceiro caso de Mpox em 2026

No dia 10 deste mês, o primeiro caso do estado foi divulgado.

Escrito por Redação producaodiario@svm.com.br
20 de Março de 2026 - 09:09 (Atualizado às 09:26)
capa da noticia
Legenda: A característica mais típica da doença é o surgimento de lesões de pele, que começam como pequenas bolhas que evoluem para úlceras
Foto: Shutterstock

O Ceará confirmou o terceiro caso de Mpox em 2026. A informação foi registrada na plataforma Integra SUS, nesta sexta-feira (20). A principal forma de transmissão da doença ocorre por meio do contato direto pessoa a pessoa (pele, secreções) e exposição próxima e prolongada com gotículas e outras secreções respiratórias. 

Não há informações sobre faixa etária ou sexo da pessoa diagnosticada. No total do ano, o Estado contabiliza até agora:

  • 29 casos notificados;
  • 3 casos confirmados;
  • 24 casos descartados;
  • 2 casos suspeitos.

No dia 10 deste mês, o primeiro caso foi confirmado por meio do painel de monitoramento do Centro Nacional de Inteligência Epidemiológica e Vigilância Genômica.

Sobre o primeiro paciente

Conforme informado pelo Diário do Nordeste no dia 10 de março deste ano, o primeiro paciente registrado da doença neste foi um homem, branco, de 37 anos. O painel também indica que ele possui ensino médio completo.

"Trata-se de homem, que recebeu assistência médica adequada e apresentou evolução clínica favorável", ressaltou o órgão estadual de saúde.

Como a Mpox é transmitida?

A principal forma de transmissão da Mpox ocorre por meio do contato direto pessoa a pessoa (pele, secreções) e exposição próxima e prolongada com gotículas e outras secreções respiratórias. 

Ocorre, principalmente, por meio do contato direto pessoa a pessoa com as erupções e lesões na pele, fluidos corporais (tais como pus, sangue das lesões) de uma pessoa infectada.

Como é feito o diagnóstico da Mpox?

O diagnóstico é laboratorial, por teste molecular ou sequenciamento genético, feito por meio da coleta de material das lesões de pele. 

Conforme o Ministério da Saúde, a amostra a ser analisada é coletada, preferencialmente, da secreção das lesões. Quando as lesões já estão secas, são examinadas as crostas das lesões. As amostras são encaminhadas para os laboratórios de referência no Brasil.

Assuntos Relacionados

Colunistas