Legislativo Judiciário Executivo

Moraes questiona polícia do DF por demora de Bolsonaro em retorno à prisão domiciliar

Ao deixar a unidade hospitalar, Bolsonaro não falou com a imprensa, mas ficou cerca de 6 minutos do lado de fora, enquanto apoiadores gritavam palavras de ordem

Escrito por
Redação producaodiario@svm.com.br
(Atualizado às 21:52)
Bolsonaro na saída do hospital. Imagem usada sobre questionamento de Moraes a polícia por demora do ex-presidente de retornar para prisão domiciliar
Legenda: O responsável pelo procedimento informou que retirou oito lesões da pele de Bolsonaro
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu prazo de 24 horas para que a Polícia Penal do Distrito Federal explique a demora do ex-presidente Bolsonaro (PL) em retornar à prisão domiciliar. A solicitação do magistrado foi despachada nesta segunda-feira (15).

Moraes cobrou em seu pedido detalhes como nome dos agentes envolvidos na escolta, o carro que levou o político e "motivo de não ter sido realizado o transporte imediato logo após a liberação médica". As informações foram obtidas pelo g1.

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deixou o hospital em Brasília, neste domingo (14), onde estava para retirar manchas na pele. Na saída, ele teria ainda passado cerca de 6 minutos do lado de fora, enquanto apoiadores gritavam palavras de ordem.

Veja também

Segundo noticiou o Uol, o médico de Bolsonaro, Cláudio Birolini, disse que não houve intercorrências no procedimento. O ex-presidente retornou para casa sob forte escolta policial.

Ao deixar a unidade hospitalar, por volta das 14h, Bolsonaro, acompanhado do seu médico, não falou com a imprensa nem com os seus apoiadores que esperavam na frente do local.

Já Birolini deu entrevista para os jornalistas. Bolsonaro tinha um curativo na região do pescoço e estava também com um dos filhos, Jair Renan.

O responsável pelo procedimento informou que retirou oito lesões da pele de Bolsonaro e encaminhou as amostras para biópsia. 

Conforme o pedido médico apresentado pelos advogados de Jair Bolsonaro ao Supremo Tribunal Federal (STF) na segunda-feira (8), eram "pequenas manchas marrons regulares", que passarão agora por análise.

Assuntos Relacionados