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Com 10,9 mil vagas criadas em agosto, Ceará tem recorde de geração de empregos em 2023

Dados são atualizados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged)

Escrito por
Redação producaodiario@svm.com.br
Carteira de trabalho
Legenda: No Brasil, o setor de serviços foi o que puxou a alta de empregos
Foto: Shutterstock

O Ceará teve, no último mês de agosto, o melhor saldo de geração de empregos deste ano. Considerando 54,2 admissões e 43,3 desligamentos, foram 10,9 mil vagas criadas no Estado, a maior parte para o setor de serviços, que concentrou 3,7 mil novos postos de trabalho.

O resultado, divulgado pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) nesta segunda-feira (2), posicionou o Estado em terceiro lugar na geração de empregos no Nordeste. Em primeiro e segundo lugar estiveram Pernambuco (15,5 mil) e Bahia (11,5 mil). Os piores saldos apurados entre os estados nordestinos foram em Sergipe e no Maranhão — ambos criaram em torno de 2,4 mil novos postos de trabalho.

No Brasil, em agosto, o recorde de geração de empregos foi em São Paulo, com 65,4 mil vagas criadas. Em segundo lugar, apareceu o Rio de Janeiro, com 18,9 mil vagas. Em ambos os estados, o setor de serviços também foi o que puxou a alta de empregos.

Veja também

Veja o número de empregos gerados, por estado:

  • Rondônia: 1,9 mil
  • Acre: 448
  • Amazonas: 4,5 mil
  • Roraima: 689
  • Pará: 6,9 mil
  • Amapá: 989
  • Tocantins: 2,3 mil
  • Maranhão: 2,4 mil
  • Piauí: 2,7 mil
  • Ceará: 10,9 mil
  • Rio Grande do Norte: 5,9 mil
  • Paraíba: 8,7 mil
  • Pernambuco: 15,5 mil
  • Alagoas: 3,3 mil
  • Sergipe: 2,4 mil
  • Bahia: 11,5 mil
  • Minas Gerais: 15,2 mil
  • Espírito Santo: 315
  • Rio de Janeiro: 18,9 mil
  • São Paulo: 65,4 mil
  • Paraná: 13,5 mil
  • Santa Catarina: 6,7 mil
  • Rio Grande do Sul: 2,5 mil
  • Mato Grosso do Sul: 3,2 mil
  • Mato Grosso: 4,6 mil
  • Goiás: 6,1 mil
  • Distrito Federal: 3,8 mil

Veja os números de empregos gerados no Ceará, por setor:

  • Agropecuária: 977
  • Indústria: 2,5 mil
  • Construção: 1,3 mil
  • Comércio: 2,3 mil
  • Serviços: 3,7 mil

Contexto nacional

Nacionalmente, os índices de emprego voltaram a crescer em agosto. Nesse mês, no Brasil, foram criados 220,8 mil postos de trabalho. Até então, o maior crescimento havia sido registrado em fevereiro, quando foram criadas 250,3 novas vagas.

Empregos no setor de serviços foram a maioria no País.

 

 

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