Banco Central do Brasil descarta desativação do Pix por falta de verba

A informação havia sido divulgada pela economista Miriam Leitão, alegando cortes de orçamento do Governo Federal

Pix não será desativado
Legenda: O Banco Central do Brasil descartou a possibilidade de o Pix ser desativado por falta de verba
Foto: Divulgação

Ao contrário do que foi cogitado no início da semana, o Banco Central do Brasil descartou a possibilidade de o Pix ser desativado por falta de verba que sustente a tecnologia necessária para manter o sistema. As informações são da revista Exame. 

A informação foi divulgada pela economista Miriam Leitão, alegando que o Governo Federal havia promovido cortes no orçamento e um dos setores afetados seria o setor de tecnologia do Banco Central do Brasil, o que colocaria em risco o funcionamento do Pix.

Além de descartar essa hipótese, o Banco Central anunciou novas funcionalidades para o sistema durante reunião plenária do Fórum Pix.

Entre elas está o QR Code do Pagador, opção que irá viabilizar a realização de um Pix mesmo quando o pagador estiver offline, sem conexão com a internet. 

A expectativa é que a função ajude a democratizar ainda mais o acesso dos brasileiros aos meios de pagamento eletrônicos, visto que muitas pessoas contam com um pacote de dados restrito.

O QUE É O PIX 

Sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central, o Pix permite a transferência de recursos entre contas bancárias 24 horas por dia. As transações são executadas em até 10 segundos, sem custo para pessoas físicas.

QUEM PODE USAR O PIX

Para usar o Pix, o correntista deve ir ao aplicativo da instituição financeira e cadastrar as chaves eletrônicas, que podem seguir o número do celular, o e-mail, o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), para pessoas físicas ou o Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), para empresas.

O usuário também pode gerar uma chave aleatória, com um código de até 32 dígitos ou mesmo usar os dados da conta. Cada chave eletrônica está associada a uma conta bancária. Pessoas físicas podem ter até cinco chaves por conta. Para pessoas jurídicas, o limite sobe para 20.

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