Mãe é presa suspeita de matar bebê de 9 meses envenenado em SP

A criança morreu após comer banana amassada

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Redação producaodiario@svm.com.br
(Atualizado às 08:36)
Dante Chiquinelli Marcatto
Legenda: Dante Chiquinelli Marcatto, de 9 meses, morreu na última terça-feira (26)
Foto: Reprodução Redes Sociais

Uma mulher de 26 anos foi presa em São Paulo, na última quarta-feira (27), suspeita de matar envenenado o filho de 9 meses. A criança morreu no dia anterior, após comer banana amassada. Os investigadores apuram se o alimento tinha veneno de rato, conforme informações do jornal O Globo.

Giovanna Chiquinelli Marcatto teve a prisão mantida em audiência de custódia, nessa quinta-feira (28). Ela nega o crime. 

Na última terça (26), Giovanna levou o filho ao hospital após ele apresentar dificuldades para respirar. O bebê, identificado como Dante Chiquinelli Marcatto, faleceu naquela noite, e a ocorrência foi registrada na Polícia Civil como morte suspeita.

O laudo do exame necroscópico apontou que a vítima teria sido envenenada. Exames indicaram a presença de "sementes azuladas" no estômago do menino, parecidas com o "veneno girassol", um raticida.

Conforme relatório policial obtido pelo Metrópoles, o legista destacou que a ingestão do veneno ocorreu cerca de três horas antes da morte, horário aproximado em que Giovanna deu banana amassada para o filho, como ela mesma teria confirmado.

Itens como mamadeiras, celulares e a agenda escolar da criança foram apreendidos durante buscas policiais. Os agentes também conseguiram localizar onde a mãe teria comprado o veneno. Imagens de câmeras de segurança do estabelecimento corroboraram as suspeitas contra ela.

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Homicídio qualificado

Segundo a Polícia Civil, o caso é tratado como homicídio qualificado. "O 42º Distrito Policial (Parque São Lucas), instaurou inquérito e requisitou exames periciais, além de diligências na CEI em que a criança ficava e buscas na residência onde morava e de familiares. As diligências prosseguem para o total esclarecimento dos fatos", disse em nota a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo.

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