Tio de Suzane e Andreas Richthofen é encontrado morto na zona sul de São Paulo

Miguel Abdalla Neto foi localizado em casa, sem sinais aparentes de violência; Polícia Civil apura as circunstâncias da morte.

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Redação producaodiario@svm.com.br
(Atualizado às 07:00, em 10 de Janeiro de 2026)
Entrada da casa onde foi encontrado o corpo.
Legenda: A polícia aguarda os laudos periciais para esclarecer a causa da morte e as circunstâncias do ocorrido.
Foto: Reprodução.

Miguel Abdalla Neto, tio materno de Suzane Von Richthofen e tutor legal de Andreas Von Richthofen, foi encontrado morto na tarde desta sexta-feira (9) na residência onde morava, em Vila Congonhas, na zona sul de São Paulo. A ocorrência foi registrada por volta das 15h40.

De acordo com a Polícia Civil, o corpo estava em estado de decomposição e não apresentava sinais aparentes de violência. As informações iniciais apontam que Miguel vivia sozinho no imóvel.

A polícia aguarda os laudos periciais para esclarecer a causa da morte e as circunstâncias do ocorrido. O caso foi registrado e segue sob investigação.

Miguel Abdalla Neto foi o responsável por administrar os bens de Andreas Von Richthofen até que ele atingisse a maioridade.

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Caso Richthofen

Suzane Von Richthofen foi condenada a 39 anos de prisão por planejar o assassinato dos próprios pais, em 2002. Ela cumpriu pena na Penitenciária Feminina Santa Maria Eufrásia Pelletier, em Tremembé, no Interior de São Paulo, e deixou a unidade em janeiro de 2023, após obter progressão para o regime aberto, depois de cerca de 20 anos presa.

Após sair da prisão, Suzane passou a viver em Bragança Paulista, no Interior paulista.

O crime ocorreu em 31 de outubro de 2002. Manfred e Marísia von Richthofen foram assassinados na mansão da família, na capital paulista, pelos irmãos Daniel e Cristian Cravinhos. Andreas, irmão de Suzane, tinha 15 anos na época.

Daniel Cravinhos namorava Suzane, que confessou ter participado do planejamento do crime motivado por conflitos familiares e pelo interesse na herança. Os irmãos Cravinhos também foram condenados e, desde fevereiro de 2013, cumprem pena em regime semiaberto.

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