Conheça o futuro prédio mais alto de Fortaleza

Veja o ranking dos superprédios na Capital cearense.

Escrito por
Redação producaodiario@svm.com.br
Foto de projeto do Mansão Seara, superprédio que será construído em Fortaleza.
Legenda: Mansão Seara é superprédio da Beira-Mar de Fortaleza que deve ser inaugurado em 2030,
Foto: Reprodução

Fortaleza possui 11 superprédios em obra, resultado de um intenso processo de verticalização e luxo. Entre esses grandes edifícios luxuosos está a Mansão Seara, o mais alto de todos, com uma torre única de 172 metros de altura.

Erguido no terreno onde funcionou o Seara Praia Hotelo empreendimento está previsto para ser entregue em dezembro de 2030. As unidades terão entre 350 m² e 661 m², com preços variando de R$ 9 milhões a R$ 16 milhões.

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O projeto aposta em diferenciais como spa com águas termais, quadra de tênis e vista panorâmica entre o Mucuripe e a Praia de Iracema.

Atualmente, o One Residencial, entregue em 2025, é o mais alto da Cidade, com 170 metros de altura e unidades cujo aluguel pode chegar a R$ 50 mil mensais. Ele foi o primeiro superprédio concluído em Fortaleza.

Ranking dos superprédios por altura

Com base nos dados das construtoras e do Sinduscon-CE, confira a lista dos principais empreendimentos por altura:

  1. Mansão Seara: 172 metros
  2. Wave Beira-Mar: 170,85 metros
  3. Diagonal by Pininfarina: 170,85 metros
  4. One Residencial: 170 metros
  5. Ivens Monumental: 165 metros
  6. Sky Residencial: 162,42 metros
  7. Empreendimento Epic: 161,95 metros
  8. Edge: 147 metros
  9. Acqualina: 136,91 metros
  10. Dona Cotinha: 130,24 metros
  11. Altana: 120 metros.

Impactos e o futuro da verticalização

Atualmente, Fortaleza possui 11 superprédios em construção, sendo que cinco deles devem ser entregues ainda em 2026. Segundo especialistas, esse fenômeno é impulsionado pela alta concentração de renda e pela chegada de investidores estrangeiros.

Apesar do aquecimento econômico no setor de serviços, como restaurantes e entretenimento, a verticalização exige cautela.

O coordenador de Engenharia Civil do INBEC, Lucas Moraes, alerta que a concentração de prédios muito altos pode gerar ilhas de calor, sombreamento excessivo e sobrecarga na infraestrutura de saneamento e energia se não houver um planejamento integrado.

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