Não houve interferência externa na morte de 'Sicário', cúmplice de Vorcaro, diz PF
Polícia apurava possível instigação ao suicídio.
A investigação da Polícia Federal não constatou interferência externa na morte de Luiz Phillipi Mourão, conhecido como "Sicário" do banqueiro Daniel Vorcaro. A informação é do jornalista Lauro Jardim, colunista do jornal O Globo.
A suspeita era de que Sicário poderia ter sido instigado a cometer suicídio devido ao contato com policiais da custódia na superintendência da PF em Belo Horizonte e a ligações telefônicas que Luiz Phillipi fez já preso.
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No último dia 13, a família do "Sicário" afirmou que ainda não teve acesso às imagens do momento da morte e aos autos do inquérito.
Relembre o caso
Luiz foi preso durante a Operação Cúmplice Zero, que investiga um sistema de fraudes financeiras. Na mesma ação, foi capturado o banqueiro Daniel Vorcaro, apontado como líder de uma organização criminosa estruturada em diferentes núcleos.
O "Sicário" morreu no dia 6 de março, após o encerramento do protocolo por morte encefálica. O óbito foi confirmado pela defesa.
Ele estava internado no Centro de terapia Intensiva do Hospital João XXIII, em Belo Horizonte (MG), por tentar tirar a própria vida. Segundo as autoridades, ele utilizou a própria camisa de manga longa para se enforcar nas grades da cela onde estava detido.