Lula dá entrada em hospital de SP para procedimentos médicos

Presidente irá tratar de uma tendinite e de um acúmulo de pele na região da cabeça.

Escrito por Redação producaodiario@svm.com.br
24 de Abril de 2026 - 10:17 (Atualizado às 11:28)
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Legenda: Presidente deve ter alta ainda nesta sexta-feira (24).
Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) realiza dois procedimentos médicos na manhã desta sexta-feira (24) no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

Um deles é a retirada de um acúmulo de pele na região da cabeça, condição conhecida como queratose. O outro faz parte de um tratamento para tendinite no polegar da mão direita.

As informações foram confirmadas à imprensa pelo Palácio do Planalto. Segundo o governo, os procedimentos são simples e não será necessário que Lula permaneça em repouso. Devido à internação, os compromissos oficiais marcados para esta sexta foram adiados.

Conforme o g1, Lula deve permanecer na capital paulista durante o fim de semana. Porém, há expectativa de que o chefe de Estado retorne a Brasília no domingo (26) para participar de um congresso do Partido dos Trabalhadores (PT).

Entenda a condição de Lula

O presidente foi diagnosticado com uma queratose na região da cabeça. Essa condição é considerada uma alteração da camada mais superficial da pele (camada córnea), com hipertrofia e aspecto escamoso ou verrucoso.

Segundo o glossário da saúde organizado pelo Einstein Hospital Israelita, a queratose é resultado da superprodução da proteína queratina.

O principal sintoma da queratose folicular é o aparecimento de manchas na pele, de coloração geralmente marrom ou amarelada e que podem soltar um cheiro ruim.

A quetarose é mais comum aparecer em couro cabeludo, no caso do presidente Lula, mas também é observada em pescoço, braços, peito, costas, cotovelos e joelhos.

Como tratar da queratose?

A maneira mais prática de tratar a queratose é retirando o acúmulo de pele por cirurgia. O uso de medicamentos que são aplicados na pele e hidratantes é recomendado.

Apesar de não ser contagiosa, essa condição não tem cura e exige cuidados para toda a vida. Portanto evitar o calor é importante para reduzir as crises. 

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