Com perspectiva de crescimento, setor eólico demanda mão de obra qualificada

Empresa registra aumento da procura de cursos técnicos para profissionais especializados

Escrito por Agência de Conteúdo DN,

Negócios
Legenda: Certificação da Airbox habilita o trabalhador a atuar de forma segura em qualquer parque eólico do mundo
Foto: Airbox

O potencial do Ceará para energias renováveis coloca o Estado em posição de destaque no cenário brasileiro. O Estado tem atraído diversos investimentos na área, como os projetos eólicos em alto mar (energia offshore), demandando cada vez mais de mão de obra qualificada. 

O Ceará é o terceiro estado com a maior capacidade instalada de eólicas do País (2.496,94 MW), totalizando 97 parques e 1.121 aerogeradores. Em primeiro lugar, aparece o Rio Grande do Norte (6.435,63 MW), seguido da Bahia (5.572,95 MW). O trabalho no setor exige capacitações técnicas como atividades em grandes alturas. Afinal, as torres eólicas têm a partir de 80 metros de altura. No offshore, as torres chegam a 220 metros. 

A Airbox, empresa espanhola que desde 2019 atua no estado, é especialista em capacitar e certificar profissionais para atuarem com alpinismo industrial, uma área que tem se expandido com a alta do setor eólico. “Essa área já está tendo um crescimento exponencial”, afirma Henrique Fairbanks, diretor administrativo da Airbox no Ceará. “Muitos dos trabalhadores que chegam para passar por capacitação já estão pré-contratados pelas empresas, sendo enviados para realizar o treinamento e poderem começar a trabalhar assim que estiverem devidamente qualificados”, reitera. 

Para o gestor, o aumento da procura pelos treinamentos para trabalhar na indústria eólica indicam o aquecimento do setor. Cursos como o BST (Basic Safety Training), voltado para a Certificação GWO (Global Wind Organization), são requisitados para se trabalhar na indústria eólica. A capacitação habilita o trabalhador a atuar de forma segura em qualquer parque eólico do mundo. “É uma certificação importante, usada no mundo todo, que padroniza o trabalho de qualquer colaborador que tenha acesso ao parque eólico. É um curso que demanda um bom preparo físico. O maior desafio é vencer o medo de altura”, afirma Henrique. 

A Airbox conta com uma área de 1.200m2 para treinamento dos profissionais interessados. Ali, eles são treinados em construções que simulam as torres eólicas, espaços confinados (horizontais e verticais), torres de comunicação, um prédio de dois patamares em que há combate a incêndios e evacuação de edificações, além de outras estruturas em que os alunos praticam o trabalho em altura e a prestação de primeiros socorros. 

"Nós temos as certificações necessárias e um centro de treinamento indoor para capacitar pessoas, gerar oportunidades e contribuir para o desenvolvimento do Estado, formando mão de obra qualificada para atuar no mercado em franca expansão'', destaca o gestor da Airbox. 

Ampla atuação 

Além dos treinamentos, a Airbox também atua com locação, venda e manutenção de máscaras de proteção respiratória, detectores de gás portáteis, na elaboração de projetos e instalação de sistemas de linhas de vida (sistemas de proteção contra queda, verticais ou horizontais, temporários ou permanentes) e preparação de brigadas contra incêndios.  

No setor eólico, presta serviços de tratamento e pintura de torre eólica, reparos estruturais (como solda e inspeção com ultrassom) e estéticos de blades (pás), limpeza e inspeção dos componentes do aerogerador e de pás em campo. Além disso, a empresa atua nos setores de construção civil, indústria, petróleo, gás e mineração. 

Serviço: 

Airbox
Endereço: Rua Dr. Francisco Matos, 222 - Papicu.
Contato: (85) 3879-5772 (telefone fixo) / (85) 99239-6219 (Whatsapp).
Instagram: @airbox.br  
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