Wagner Moura é uma das 100 pessoas mais influentes do mundo segundo revista Time
Ator baiano e outros dois brasileiros aparecem na lista de 2026 da prestigiada publicação estadunidense.
O ator baiano Wagner Moura foi escolhido como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo em 2026 pela revista estadunidense Time.
Além de Wagner, os cientistas brasileiros Mariangela Hungria e Luciano Moreira também figuram na lista "Time100", que é elaborada anualmente desde 1999 e honra figuras da arte, esportes, política, ciência e outras áreas.
Neste ano, nomes como a cantora sul-coreana Jennie, a patinadora estadunidense Alysa Liu, o papa Leão XIV e o presidente Donald Trump também foram escolhidos.
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Nas redes sociais, a publicação da Time sobre a escolha de Wagner afirma que o ator lembra a "velha Hollywood a ponto de parecer uma anomalia entre a maioria dos atores contemporâneos".
"Ele não usa redes sociais, ouve música em vinil e dirige seu próprio Fusca de 1959. Em um mundo cada vez mais digital, ele é o antídoto analógico que nem sabíamos que precisávamos", diz a revista.
O texto de tributo ao baiano foi escrito por Jeremy Strong, da série "Succession", que define Moura como uma "lenda" no Brasil e lembra do posicionamento político do ator. "Ele é uma força política e humanitária, uma dupla da qual precisamos desesperadamente mais", diz texto.
Cientistas brasileiros figuram na lista de pessoas mais influentes do mundo
Além de Wagner Moura, a engenheira agrônoma e pesquisadora paulista Mariangela Hungria e o engenheiro agrônomo e entomologista Luciano Moreira também foram escolhidos na "Time100".
Mariangela é destacada pelo trabalho junto à Embrapa Soja, onde desenvolveu estudos voltados à substituição de fertilizantes químicos por alternativas sustentáveis no cultivo de soja.
A pesquisadora venceu em 2025 o Prêmio Mundial da Alimentação (World Food Prize), considerado o "Nobel da Agricultura".
Já Luciano é pesquisador da Fiocruz e lidera estudos sobre o uso da bactéria Wolbachia na redução da transmissão da dengue.
No ano passado, o pesquisador foi destacado como um dos dez nomes que moldaram a ciência segundo a revista Nature.