Colômbia diz que vai receber grande fluxo de refugiados da Venezuela

Presidente colombiano pedirá ao Conselho de Segurança da ONU que analise agressão contra soberania da Venezuela.

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Redação producaodiario@svm.com.br
Colômbia envia forças armadas para a fronteira com a Venezuela.
Legenda: Agentes de segurança foram enviados na madrugada deste sábado (03).
Foto: Schneyder MENDOZA / AFP.

Após o ataque dos EUA à Venezuela, o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou que agentes de segurança do país foram enviados à cidade de Cúcuta, na fronteira, para receber grande 'fluxo de refugiados' do conflito.

A informação foi postada pelo presidente, neste sábado (03), na rede social X. Imagens de agentes das forças armadas na fronteira estão sendo veiculadas nas redes sociais. 

Gustavo Petro é um dos maiores críticos do presidente Donald Trump e afirmou ainda que pedirá ao Conselho de Segurança da ONU que analise “a agressão contra a soberania da Venezuela e da América Latina”. As informações são do portal g1.

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"A República da Colômbia reitera sua convicção de que a paz, o respeito ao direito internacional e a proteção da vida e da dignidade humana devem prevalecer sobre qualquer forma de confronto armado", afirmou o presidente colombiano.

As declarações foram feitas após uma reunião de segurança nacional realizada durante a madrugada deste sábado, em resposta ao ataque dos EUA contra a Venezuela. 

Representantes de outros países como Cuba, Guiana Espanha, Itália e Alemanha demonstraram preocupação com o conflito pelas redes socias.

Em contraponto, o presidente da Argentina, Javier Milei, escreveu que "a liberdade avança, longa vida à liberdade". 

Presidente da Venezuela foi capturado pelos EUA 

Por volta das 2h da manhã deste sábado, o presidente da Venezuela, Nícolas Maduro foi capturado e transportado por veículo aéreo, pelo governo estadunidense. 

A esposa de Maduro, Cilia Flores, também foi levada. A informação foi dada por Donald Trump em uma rede social.  

Vídeos publicados nas redes sociais mostram aeronaves liberando explosivos em diversas áreas de Caracas, capital venezuelana. Pelo menos sete explosões foram registradas em meia hora.  

 

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