Morre Leonid Radvinsky, dono do OnlyFans, aos 43 anos

Empresário ucraniano tinha uma fortuna avaliada em US$ 4,7 bilhões.

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Redação producaodiario@svm.com.br
(Atualizado às 12:02)
Imagem de um homem sorridente com barba e vestindo camiseta cinza, posando contra fundo escuro, transmitindo simpatia e confiança.
Legenda: A família informou que ele batalhava contra um câncer não especificado.
Foto: Reprodução.

Morreu nesta segunda-feira (23) o bilionário Leonid Radvinsky, dono da plataforma Onlyfans, aos 43 anos. A informação foi confirmada pela empresa ao portal Bloomberg.

"Estamos profundamente tristes em anunciar a morte de Leo Radvinsky. Leo faleceu em paz após uma longa batalha contra o câncer”, disse o comunicado enviado ao site. “A família pediu privacidade neste momento difícil".

Radvinsky morava na Flórida, nos EUA, e acumulava uma fortuna de US$ 4,7 bilhões, segundo a revista Forbes. Ele era diretor e acionista majoritário do Onlyfans desde 2018, após comprar a maior parte da companhia, fundada dois anos antes.

Foi por meio dele que a plataforma se destacou em popularidade e público, principalmente durante a pandemia de Covid-19, ao permitir que criadores de conteúdo cobrassem diretamente por seu conteúdo.

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Quem era Leonid Radvinsky?

Nascido em Odesa, na Ucrânia, Leonid Radvinsky estreou no mundo nos negócios aos 17 anos, quando era estudante de economia da Northwestern University, nos Estados Unidos, no fim dos anos 80.

Nesse período, ele fundou a Cybertania, uma empresa que comandava sites que disponibilizavam senhas hackeadas. Conforme o portal Business Insider, o negócio teria faturado US$ 1,8 milhão por ano durante a década de 2000.

Anos depois, Radvinsky continuou a criar e cuidar de empresas de tecnolgia e até fundou um serviço de streaming com conteúdo adulto. Até que, em 2016, o empresário decide comprar 75% da Fenix ​​International Ltd., a empresa por trás do Onlyfans.

Com a participação do ucraniano, a plataforma começou a atrair cada vez mais criadores de conteúdos para maiores e ganhou "uma reputação na cultura pop de ser um antro de pornografia", segundo descreve o jornal britânico The Independent.

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