Legislativo Judiciário Executivo

Lula e Trump têm reunião de quase três horas na Casa Branca, em Washington

Os chefes de Estado vão debater assuntos como combate ao crime organizado e impactos do PIX sobre empresas americanas.

Escrito por
Redação producaodiario@svm.com.br
Lula e Trump apertam as mãos em frente à Casa Branca.
Legenda: Lula e Trump se reúnem nesta quinta-feira (7), em Washington.
Foto: Reprodução/Redes Sociais.

O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estiveram reunidos por quase três horas nesta quinta-feira (7), na Casa Branca, em Washington, para tratar de assuntos que interessam a ambos os países. A poucos meses das eleições brasileiras, o diálogo é visto como uma tentativa de amenizar tensões.

O vídeo do momento em que Trump recebe Lula em frente à sede do governo estadunidense já tem viralizado nas redes sociais. Isso porque o norte-americano e o brasileiro trocaram um aperto de mão suave, sem o famoso "aperto de mão de urso" de Trump — que costuma ser mais longo e visivelmente desconfortável.

Conforme a programação da Casa Branca, os chefes de Estado se reuniram no Salão Oval e, no momento, almoçam na Sala do Gabinete.

A BBC detalhou que a delegação brasileira conta com os ministros Márcio Rosa, do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços; Alexandre Silveira, de Minas e Energia; Dario Durigan, da Fazenda; Wellington César, da Justiça e Segurança Pública, e Mauro Vieira, das Relações Exteriores.

Já do lado de Trump estão presentes o vice-presidente JD Vance, a chefe de Gabinete Susie Wiles, o secretário do Comércio Howard Lutnick, o secretário do Tesouro Scott Bessent e o representante de Comércio Jamieson Greer.

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Pautas da reunião

Esta é a segunda reunião presencial entre Lula e Trump. O último encontro foi em outubro do ano passado, durante um evento na Malásia. Antes disso, os dois se encontraram brevemente durante a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).

Na atual reunião, deverão ser tratados temas como combate ao crime organizado, impactos do PIX sobre empresas americanas, questões internacionais e transição energética.

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