Mãe de corretora morta por síndico em Goiás destrói hall do prédio: 'Como você tem coragem?'

Nilse Alves Pontes morava no condomínio com a filha Daiane Alves Souza.

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Redação producaodiario@svm.com.br
(Atualizado às 18:25)
Mãe de vítima destrói vasos de plantas em prédio de Goiás.
Legenda: A mãe da vítima destruiu vários vasos de plantas no hall do prédio em Caldas Novas.
Foto: Reprodução/Redes Sociais.

Nilse Alves Pontes, mãe de Daiane Alves Souza, destruiu o hall do prédio onde morava com a filha em Caldas Novas, Goiás. O fato aconteceu nesta quarta-feira (28), após ela descobrir que quem matou a corretora foi o síndico do condomínio, Cléber Rosa de Oliveira. Ele confessou o crime à Polícia.

Daiane estava desaparecida há mais de um mês, após descer o elevador do prédio até o subsolo para verificar uma queda de energia em seu apartamento. O corpo dela foi localizado nesta madrugada em uma região de mata a cerca de 15 quilômetros de Caldas Novas.

Segundo o síndico, ele agiu sozinho e contou que matou a corretora após uma discussão entre os dois no subsolo. O corpo teria sido transportado em uma picape até a área de mata onde permaneceu até hoje. O filho dele, porém, também foi preso suspeito de obstruir as investigações.

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Depredação do hall do prédio

Nas imagens que circulam nas redes sociais, a mãe da vítima destrói vasos de plantas e desabafa sobre a descoberta do corpo da filha.

"Fala para mim como você tem coragem de fazer uma coisa dessa", indigna-se Nilse. "Descobri onde está minha filha. O síndico está preso", continua ela, que conta com ajuda de outra mulher para continuar a depredação.

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Entenda o caso

Daiane Alves Souza, de 43 anos, estava desaparecida desde o último 17 de dezembro. Ela havia sido vista pela última vez descendo o elevador do prédio onde morava em direção ao subsolo. O corpo da corretora foi encontrado na madrugada desta quarta-feira, a cerca de 15 quilômetros da cidade de Caldas Novas, onde morava.

Também nesta madrugada, foram presos o síndico do condomínio, Cléber, e o filho dele, Maykon Douglas de Oliveira.

A suspeita é de que o crime tenha sido cometido por desavenças entre a vítima e o síndico.

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