Corretora desaparece após descer para subsolo de prédio no interior de Goiás
Daiane Alves Souza, de 43 anos, foi religar a luz do apartamento e desapareceu. Ela está sendo procurada desde dezembro.
Daiane Alves Souza, corretora de imóveis de 43 anos, desapareceu em dezembro de 2025 logo após descer até o subsolo do prédio em que mora na cidade Caldas Novas, em Goiás. A mulher vem sendo procurada pela família e pela Polícia, e o caso tem chamado atenção pelo sumiço repentino.
O sumiço ocorreu no último dia 17 de dezembro. A corretora saiu do próprio apartamento para religar a energia elétrica do imóvel.
Por conta do espaço sem luz, Daiane gravou toda a ação, mostrando que o edifício estava com energia, e chegou a reclamar sobre a situação com um morador que estava no elevador. A corretora também enviou a gravação para uma amiga antes de desaparecer.
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Vídeos do circuito interno de segurança do prédio mostram que ela usava uma blusa preta, shorts azul e calçava uma chinela. O vídeo grava todo o caminho de Daiane até a chegada à área técnica do edifício, mas não foi possível ver o que ocorreu no local.
Não há nenhum registro de Daiane após a chegada no subsolo. O espaço, conforme detalhes da Polícia Civil de Goiás, só possui uma câmera, mas com amplitude limitada para gravação. Além disso, nenhuma imagem mostra a corretora retornando ao elevador ou deixando as dependências do condomínio.
Buscas da família
A família de Daiane possui seis apartamentos em Caldas Novas, adquiridos em 2023, todos administrados por ela. Em entrevista ao Uol, a mãe dela, Nilse Alves Pontes, de 61 anos, revelou que chegou no imóvel no dia 18 de dezembro, um dia depois da última conversa entre as duas.
A programação de dezembro de Daiane apontava que ela viajaria para Uberlândia, cidade da família, com o intuito de comemorar as festividades de Natal.
"No dia 18, quando eu cheguei em Caldas Novas, por volta de 17h, já estava super preocupada, entrei no apartamento e vi que ela não estava. Procurei por outros apartamentos nossos no condomínio, preocupada porque ela não atendia o celular e nada", relatou ela, reforçando que um boletim de ocorrência foi registrado em seguida.
Ainda segundo Nilse, Daiane tinha problema de energia no apartamento frequentemente, o que explicaria o intuito da gravação pouco antes do sumiço.
Enquanto isso, o celular de Daiane continua desativado. A polícia apontou que nenhuma movimentação financeira foi feita.
Ao CNN Brasil, a Polícia Civil do Goiás apontou que testemunhas já foram ouvidas. "As investigações estão em andamento com o intuito de localizar o maior número de informações e identificar a causa/motivo do desaparecimento", apontou a nota.