Pai da influenciadora Duda Freire é preso por tráfico de drogas
Dyogo Hilario é pai de Duda, melhor amiga de Virgínia Fonseca. Ele atuava na modalidade "delivery"
Dyogo Hilario Tocafundo, pai da influenciadora Duda Freire, foi preso por tráfico de drogas em Goiânia. Conforme a Polícia Militar, o empresário agia na modalidade "delivery" em bairros nobres da capital.
A Receita Federal informou que Dyogo é sócio de um restaurante no Setor Bueno. O estabelecimento, inclusive, foi alvo das investigações, onde as autoridades fizeram vigilância contínua. O empresário já apresentava comportamento suspeito e havia sido preso em 2023. As informações são do g1.
A influencer Duda Freire é a melhor amiga de Virginia Fonseca. Ela é uma das maiores influenciadoras de Goiânia e aparece com frequência ao lado dela. Duda também é modelo e compartilha conteúdos fitness e de beleza com os quase 3 milhões de seguidores nas redes sociais.
Tráfico de drogas
Conforme as investigações, a polícia constatou uma movimentação suspeita, em que Dyogo saía do seu restaurante e ia em direção a uma motocicleta várias vezes. Ele também teria feito uma entrega a um usuário de drogas. Os dados obtidos constam em documentos do site do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJ-GO).
"Conseguimos acompanhá-lo até a sua residência, onde ele foi até sua residência e deixou rapidamente, e continuamos monitoramento ali na Avenida 85, momento em que a gente vê o momento mais oportuno, ele fez a entrega", diz um dos relatos anexados à investigação.
Na ocasião, a polícia não capturou o suposto usuário, mas efetuou a prisão do Dyogo. Com ele, a polícia encontrou cerca de R$ 3,5 mil e uma porção de cocaína.
Veja também
Na casa de Dyogo, os policiais encontraram mais cocaína. Para as autoridades, a conduta caracterizava tráfico de drogas.
"Não houve nenhuma ilegalidade na busca e apreensão realizada na casa de Dyogo Hilário, que resultou em sua prisão em flagrante, haja vista as fundadas razões citadas, que autorizavam o acesso dos policiais à residência, sendo válida a prova e todas as demais que dela derivaram", informou o relator no julgamento.
Com isso, a decisão afastou a condenação e fixou a pena de 5 anos e 10 meses de reclusão em regime fechado, além de 583 dias-multa no valor de 1/30 do salário-mínimo vigente quando o crime aconteceu.