Moraes dá prazo de 5 dias para PGR explicar soltura de Braga Netto
Defesa solicitou a adoção de medidas cautelares como alternativa à prisão
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu um prazo de cinco dias para a Procuradoria-Geral da República (PGR) opinar sobre o pedido de revogação da prisão do general Braga Netto. A solicitação foi oficializada nesta terça-feira (8), segundo o Metrópoles.
Os representantes do general solicitaram ao STF, no dia 24 de junho, a adoção de medidas cautelares como alternativa à prisão.
Desde o dia 14 de dezembro do ano passado, o candidato a vice-presidente de Jair Bolsonaro está preso. Braga Netto cumpre o mandato na sala do Estado-Maior do Comando da 1ª Divisão do Exército, no Rio de Janeiro.
Conforme a defesa, "não há risco na revogação da prisão preventiva com eventual decretação de medidas cautelares alternativas, como o monitoramento eletrônico”. Isso porque Braga Netto cumpriu todas as ordens importas pelo Moraes.
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Prisão de Braga Netto
A sala em que ele cumpre a detenção foi adaptada para recebê-lo, sendo um cumprimento do que diz o Estatuto dos Militares. O general tem direito a quatro refeições diárias e banho de sol todos os dias.
A prisão é resultado do inquérito responsável pela investigação da tentativa de golpe de estado no Brasil após as eleições que resultaram na eleição de Lula como presidente em 2022.