Chá de camomila contaminado tem lote recolhido pela Anvisa
Produto teve recolhimento informado de forma voluntária pela empresa fabricante.
Um lote do chá de camomila Lavi Tea, da marca Água da Serra, teve o recolhimento determinado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nessa segunda-feira (5). A comercialização, distribuição, divulgação e consumo também foram suspensos.
Segundo a Anvisa, a medida foi confirmada após a empresa Água da Serra Industrial de Bebidas S.A., responsável pela fabricação do produto, informar o recolhimento voluntário do lote.
Quando o recolhimento ocorre de forma voluntária, a própria empresa ou fabricante identifica irregularidades no item e, dessa forma, comunica as autoridades da necessidade da retirada do mercado.
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A Anvisa alertou que o ensaio de identificação de elementos histológicos apontou a presença de talos, ramos e sementes incomuns no chá. O ensaio em questão analisa células, tecidos e matriz extracelular.
Além disso, o ensaio de pesquisa de matérias estranhas acusou 14 larvas inteiras e 224 fragmentos de insetos em 25 g do produto. O limite aceitável, reforçou a agência, é de 90 fragmentos em 25 g de produto, demonstrando "graves falhas no processo de boas práticas de fabricação do referido lote".
Resolução sobre pomada
Outra definição da Anvisa publicada nessa segunda determinou a proibição da pomada cicatrizante Inkdraw Aftercare, indicada para uso pós-tatuagem, mas de origem desconhecida. O produto não pode mais ser comercializado, distribuído, fabricado, importado, divulgado e usado.