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'Chapa fica para julho', diz Roberto Cláudio sobre possível candidatura com Ciro ao Governo

Decisão deve ser tomada no período de convenções partidárias de 2026.

Homem de camisa azul fala ao microfone durante reunião política, em uma mesa com outros participantes sentados e em pé ao fundo. À frente, placas com nomes como “Ciro Gomes” e “Felipe Vasques”. Um repórter segura um microfone com logomarca de TV. Na parede atrás do grupo, lê-se “Amarílio Pequeno da Silva”. Ambiente interno, clima formal.
Legenda: Roberto Cláudio destacou que o projeto busca unir diferentes forças políticas.
Foto: Marcos Moreira/SVM.

Em um movimento de articulação política no Cariri, o ex-prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (União Brasil), sinalizou que a definição da chapa majoritária da oposição para a disputa ao Governo do Estado deve ocorrer próximo ao limite do calendário eleitoral. 

Segundo o político, cotado como pré-candidato a vice-governador em uma composição liderada por Ciro Gomes, o anúncio oficial dos nomes não será apressado. "Essa coisa de chapa vai ficar para julho, né, Ciro?", afirmou Roberto Cláudio, durante o 1º Encontro Regional da Oposição, em Juazeiro do Norte, na tarde deste sábado (7).

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Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o período de 20 de julho a 5 de agosto é destinado às convenções partidárias, quando partidos e federações poderão deliberar sobre os candidatos aos cargos em disputa. Já o registro de candidaturas deve ocorrer até 15 de agosto. 

Prioridade da oposição

A estratégia de adiar a definição é vista como uma forma de consolidar o movimento de “baixo para cima” que, segundo o ex-prefeito, tem se estabelecido em torno da liderança de Ciro Gomes em diversas regiões do Estado. 

Roberto Cláudio destaca que o projeto busca unir diferentes forças políticas, como o União Brasil e o PL, em prol de uma convergência pelo Estado. 

Para ele, "chegou a hora de libertar e salvar o Ceará", ressaltando que o grupo está focado em enfrentar o que define como uma decadência administrativa, na atual gestão de Elmano de Freitas (PT), elencando a principal fragilidade como a área da segurança pública. 

O ex-prefeito reforçou que o foco da oposição permanece no diálogo com diversos setores da sociedade, desde trabalhadores a empresários, que estariam distantes da polarização atual.

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