Vendas do varejo cearense caem 30,4% em maio, aponta IBGE

No Brasil, as vendas do varejo tiveram baixa de 7,2% em maio de 2020 na comparação com maio de 2019

Imagem de uma loja
Legenda: O Ceará teve recuo de -31,3% nas vendas do comércio ampliadas em maio, na comparação com ABRIL
Foto: Diário do Nordeste

Em maio, as vendas do comércio varejista no Ceará caíram 30,4% na comparação com o mesmo mês de 2019, a segunda maior queda do País, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (8). A maior queda foi registrada no Amapá (-30,4%) e a terceira na Bahia (-20,8%).

> Comércio eletrônico: faturamento salta mais de 160% na Grande Fortaleza

No Brasil, as vendas do varejo tiveram baixa de 7,2% em maio de 2020 e resultados negativos em 23 Unidades da Federação. Quanto à participação na composição da taxa do varejo destacaram-se: São Paulo (-2,7 p.p.), Ceará (-0,8 p.p.) e Rio de Janeiro (-0,8 p.p.). Os dados são comparados com maio de 2019, sem ajuste sazonal.

Variação mensal

Na comparação com abril, as vendas do comércio varejista subiram 13,9% em maio, na série com ajuste sazonal. As vendas no comércio varejista apresentaram resultadols positivos nas 27 unidades da Federação. 

As vendas do varejo restrito acumularam recuo de 3,9% no ano e ficam estáveis (0%) em 12 meses. Quanto ao varejo ampliado, que inclui as atividades de material de construção e de veículos, as vendas subiram 19,6% em maio ante abril, na série com ajuste sazonal. Na comparação com maio de 2019, sem ajuste, as vendas do varejo ampliado tiveram baixa de 14,9% em maio de 2020. 

As vendas do comércio varejista ampliado acumularam queda de 8,6% no ano e redução de 1% em 12 meses.Considerando o comércio varejista ampliado, em comparação com maio de 2019, o recuo de 14,9%, foi acompanhado de todas as 27 Unidades da Federação, com destaque para o Amapá (-38,7%), Ceará (-31,3%) e Piauí (-31,0%). Quanto à participação na composição da taxa do varejo ampliado, destacaram-se: São Paulo (-6,2 p.p.), Rio de Janeiro (-1,6%) e Bahia (-0,9%)