Confiança do consumidor da Capital cresce 5,5% em agosto

De acordo com a pesquisa Índice de Confiança do Consumidor de Fortaleza (ICC), cerca de 60,9% dos fortalezenses acreditam que a situação financeira está melhor em relação a um ano

Legenda: De acordo com a pesquisa, O valor médio das compras é estimado em R$595,28
Foto: Foto: Bruno Gomes

A confiança do consumidor fortalezense apresentou uma elevação de 5,5% na passagem de julho para agosto, passando de 107,3 pontos em julho, para 113,2 pontos, segundo a pesquisa Índice de Confiança do Consumidor de Fortaleza (ICC) realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio-CE) divulgada nesta quarta-feira (13).

O resultado de agosto foi influenciado pelo avanço de 9,9% do Índice de Situação Presente (ISP), com 109,2 pontos e pela expansão de 3% do Índice de Expectativas Futuras (IFF), com 115,9 pontos

Mais da metade dos fortalezenses (60,9%) acreditam que a situação financeira atual está melhor em relação a um ano. E, para os próximos 12 meses, cerca de 62,6% dos consumidores da Capital estão otimistas.

Em relação a situação econômica do país para os próximos 12 meses, os fortalezenses mantém uma perspectiva um pouco menos positiva, 43,1% o descrevem como bom e 39,9% acredita que será ruim. Para daqui a cinco anos, a perspectiva da população (47,3%) é que o cenário econômico esteja ainda melhor.

Intenção de Compras

A pretensão de compras dos consumidores em agosto teve aumento de de 7,4 pontos percentuais, passando de 35,7% em julho para 43,1% em agosto, apresentando o melhor resultado em 2019.

Entre os produtos mais procurados estão os artigos de vestuário (17,6%), móveis(15,3%), geladeira (14,3%), televisão (14%), celulares e smartphones (12,9%) e calçados (12,2%). O valor médio das compras é estimado em R$595,28.

A intenção de compras em agosto, foi mais preponderante para os consumidores do sexo masculino (44,1%), com idade entre 18 a 24 anos (52,3%) e no estrato familiar com renda entre cinco a dez salários mínimos  (47,8%).


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