99Pop, Moobi, Urban e Safer são descredenciados em Fortaleza

Os aplicativos de corridas foram descredenciados por falta de documentação na renovação do credenciamento. 99Pop disse que encaminharia os documentos ainda hoje

Escrito por Redação,

Negócios
Legenda: De acordo com a secretaria, as empresas foram notificadas com antecedência sobre o prazo do recredenciamento

As plataformas de transporte 99Pop, Moobi, Urban e Safer foram descredenciadas em Fortaleza por não terem apresentados documentos para a renovação do credenciamento e, com isso, não poderão atuar no município, segundo a Secretaria da Conservação e Serviços Públicos (SCSP). 

De acordo com a secretaria, as empresas foram notificadas com antecedência sobre o prazo do recredenciamento. " As plataformas  99Pop, Moobi, e Uni4 foram notificadas do término do prazo de um ano previsto em lei, mas as mesmas não apresentaram a documentação necessária para o recredenciamento", pontua a nota. 

Já a plataforma Urban, segundo a Secretaria, informou que não possuía mais o interesse de atuar em Fortaleza. E a Safer foi descredenciada pelo descumprimento de normas previstas na legislação.  A Etufor alega que para as plataformas possam operar, é preciso cumprir as exigências legais, previstas no Decreto Municipal 14.285/2018  e na Lei Municipal 10.751/2018.

Entre os aplicativos credenciados na Capital estão Uber, Uni4, Servos, Taxi Tuber Canário Brasil, Bella Driver, OP (Os Paulos), Return, Divas, 26True, Top Amigos, Ilev, GTfácil.

99pop

A plataforma 99Pop, informou em nota que ainda hoje enviará a nova documentação à Prefeitura.  "Em respeito ao permanente diálogo mantido com a Prefeitura, a 99 encaminhou em 31 de janeiro documentação para atualização de seu de credenciamento, o que foi indeferido. Respaldada pela Lei Federal e a decisão do STF, a 99 segue operando na cidade e ainda hoje enviará nova documentação à Prefeitura", comenta a empresa em nota. 

Além disso, a empresa também diz que irá avaliar outras medidas para " garantir aos motoristas parceiros o direito de gerar renda e das pessoas escolherem como desejam se locomover pela cidade". 

A reportagem tentou entrar em contato com as outras plataformas, mas não recebeu respostas até a publicação desta matéria.

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