Vacina contra Covid: São Paulo pede à Anvisa autorização para produção de mais 4,8 milhões de doses

Os novos lotes se somariam aos 6 milhões de doses que já estão em território nacional

Está é uma imagem de uma seringa com a logo do Instituto Butantan como plano de fundo.
Legenda: 6 milhões de doses da Coronavac já estão em território nacional
Foto: Shutterstock

O Governo de São Paulo solicitou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorização para o uso emergencial de mais 4,8 milhões de doses da vacina CoronaVac — produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica Sinovac — além dos 6 milhões de doses do imunizante que já estão em território nacional. As informações foram anunciadas pelo governador João Doria (PSDB), nesta segunda-feira (18). 

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A vacinação contra a Covid-19 começou neste domingo (17) no Estado com a aplicação de uma dose na enfermeira Mônica Calanzas, funcionária do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Nesta segunda-feira, 4,5 milhões de doses da vacina CoronaVac estão sendo enviadas a outros estados pelo Ministério da Saúde
 
A autorização dada pela Anvisa no domingo foi para o uso das doses que haviam sido enviadas diretamente da China para São Paulo. Além das doses prontas, a Sinovac havia enviado material para que o Butantan produzisse as novas 4 milhões de doses, e, por isso, a necessidade de uma nova autorização.

"O Butantan está se esforçando para ampliar a quantidade de matéria-prima. Temos um lote pronto e aguardamos autorização do governo chinês (para importação)", disse o presidente do instituto, Dimas Covas. 

Vacina contra Covid no Ceará 

vacinação contra a Covid-19 no Ceará deve começar nesta segunda-feira, conforme a Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa). O primeiro lote com 218 mil doses da CoronaVac tem previsão de chegar ao Estado nesta tarde. O carregamento saiu do Centro de Distribuição do Ministério da Saúde, em Guarulhos (SP). 

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A ideia inicial é vacinar profissionais de saúde que estão ligados diretamente ao enfrentamento da pandemia, assim como idosos em Instituições de Longa Permanência (ILPIs), idosos acima de 75 anos e a população indígena

Público-alvo 

2,6 milhões de pessoas de grupos prioritários devem ser protegidas no Ceará

1ª fase 

  • Trabalhadores da saúde (182.907 pessoas)  
  • Idosos acima de 75 anos de idade (269.964 pessoas)  
  • Pessoas com 60 anos ou mais que vivem em instituições de longa permanência (115.978 pessoas)  
  • População indígena (26.903 pessoas)  

2ª fase

  • População de 60 a 74 anos (538.785 pessoas)  

3ª fase 

  • População com comorbidades (415.155 pessoas) 

Demais fases 

As próximas fases incluem a distribuição de doses da vacina em 1.062.093 pessoas, separadas nos seguintes grupos:  

  • Trabalhadores da educação  
  • Membros das forças de Segurança e salvamento  
  • Colaboradores do sistema prisional  
  • População privada de liberdade  
  • População em situação de rua  
  • Trabalhadores do transporte coletivo  
  • Transportadores rodoviários de carga  
  • Pessoas com deficiência permanente severa   
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