Governadores aliados anunciam 'consórcio da paz' após megaoperação no RJ
Ação busca integrar os estados, garantindo apoio operacional e financeiro.
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), anunciou a criação de um "consórcio da paz" com governadores aliados. Nesta quinta-feira (30), ele se reuniu com outros governadores para tratar sobre essa aliança entre os estados com foco na área de segurança pública. As informações são da CNN Brasil.
A sede do consórcio deverá ser no Rio de Janeiro. No entanto, apesar de liderar a formulação do grupo, o governo do Rio não deverá presidir o consórcio. Cláudio Castro declarou, em entrevista coletiva, que ação "é do Rio e para o Brasil".
"Nesse 'consórcio da paz', vamos integrar os estados por todos os meios: contingente, inteligência, apoio financeiro, enfim".
Quais governadores participaram?
O consórcio de paz contou com os apoio dos seguintes governadores:
- Cláudio Castro (PL), do Rio de Janeiro;
- Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais;
- Jorginho Mello (PL), de Santa Catarina;
- Ronaldo Caiado (União Brasil), de Goiás;
- Eduardo Riedel, do Mato Grosso do Sul;
- Tarcísio de Freitas (Republicanos), de São Paulo;
- Celina Leão, vice-governadora do Distrito Federal.
Jorginho Mello declarou que o consórcio busca ampliar ação para outros estados. "Se possível for, os 27 estados. Se possível for, vamos perseguir para isto", disse.
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O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, destacou que a iniciativa busca a "integração", especialmente em "momento emergencial". Um balanço parcial de quarta-feira (29) indicou 121 mortes na megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão. O número inicial, na terça-feira (28), era de 64 mortes, sendo 60 suspeitos e 4 policiais.