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Trump convida Lula para compor conselho que discutirá futuro de Gaza

Na América do Sul, além do Brasil, a Argentina e o Paraguai também foram convidados.

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Redação producaodiario@svm.com.br
Trump e Lula, de terno, trocam cumprimentos. Ao fundo, a bandeira dos ERUA e do Brasil.
Legenda: Trump e Lula durante conversa no ano passado.
Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente norte-americano Donald Trump convidou o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para compor o “conselho de paz” em Gaza. A mensagem foi transmitida pelo governo dos Estados Unidos por meio da Embaixada do Brasil em Washington na última sexta-feira (16). O governo brasileiro não respondeu à proposta até o momento.

O conselho de paz, presidido pelo próprio Trump, deve buscar uma solução política para o conflito na Faixa de Gaza. Na quinta-feira (15), ele anunciou a criação do colegiado.

“É para mim uma grande honra anunciar que O CONSELHO DE PAZ FOI FORMADO”, escreveu em sua plataforma Truth Social.

O grupo contará com a participação do secretário de Estado americano, Marco Rubio, do enviado especial para o Oriente Médio, Steve Witkoff, além do ex-primeiro-ministro do Reino Unido Tony Blair. 

Também integram o conselho Jared Kushner, genro do presidente americano, o presidente do Banco Mundial, Ajay Banga, o executivo Marc Rowan, da Apollo Global Management, e o vice-conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Robert Gabriel.

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Segundo o governo americano, o diplomata búlgaro Nickolay Mladenov, ex-dirigente das Nações Unidas, atuará como Alto Representante para Gaza. 

Na América do Sul, outras nações também foram convidadas, incluindo a Argentina e o Paraguai, de acordo com informações colhidas pelo jornal O Estado de S. Paulo.

No próprio convite enviado aos chefes de Estado, Trump explicou que o conselho de paz é apenas uma das várias frentes de atuação em busca da pacificação de Gaza.

Segundo ele, ao todo, estão previstos 20 pontos, incluindo um grupo administrativo para progressivamente dar mais autonomia à região.

Neste primeiro momento, o conselho deve discutir governança, reconstrução, atração de investimentos e relações regionais. 

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