Trump convida Lula para compor conselho que discutirá futuro de Gaza
Na América do Sul, além do Brasil, a Argentina e o Paraguai também foram convidados.
O presidente norte-americano Donald Trump convidou o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para compor o “conselho de paz” em Gaza. A mensagem foi transmitida pelo governo dos Estados Unidos por meio da Embaixada do Brasil em Washington na última sexta-feira (16). O governo brasileiro não respondeu à proposta até o momento.
O conselho de paz, presidido pelo próprio Trump, deve buscar uma solução política para o conflito na Faixa de Gaza. Na quinta-feira (15), ele anunciou a criação do colegiado.
“É para mim uma grande honra anunciar que O CONSELHO DE PAZ FOI FORMADO”, escreveu em sua plataforma Truth Social.
O grupo contará com a participação do secretário de Estado americano, Marco Rubio, do enviado especial para o Oriente Médio, Steve Witkoff, além do ex-primeiro-ministro do Reino Unido Tony Blair.
GRACIAS PRESIDENTE TRUMP @realDonaldTrump@POTUS
— Javier Milei (@JMilei) January 17, 2026
Es un honor para mí haber recibido esta noche la invitación para que la Argentina integre, como Miembro Fundador, el Board of Peace, una organización creada por el Presidente Trump para promover una paz duradera en regiones… pic.twitter.com/ORalzkzhlv
Também integram o conselho Jared Kushner, genro do presidente americano, o presidente do Banco Mundial, Ajay Banga, o executivo Marc Rowan, da Apollo Global Management, e o vice-conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Robert Gabriel.
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Segundo o governo americano, o diplomata búlgaro Nickolay Mladenov, ex-dirigente das Nações Unidas, atuará como Alto Representante para Gaza.
Na América do Sul, outras nações também foram convidadas, incluindo a Argentina e o Paraguai, de acordo com informações colhidas pelo jornal O Estado de S. Paulo.
No próprio convite enviado aos chefes de Estado, Trump explicou que o conselho de paz é apenas uma das várias frentes de atuação em busca da pacificação de Gaza.
Segundo ele, ao todo, estão previstos 20 pontos, incluindo um grupo administrativo para progressivamente dar mais autonomia à região.
Neste primeiro momento, o conselho deve discutir governança, reconstrução, atração de investimentos e relações regionais.