Leonardo Barchini assume o MEC no lugar de Camilo Santana; saiba quem é
O novo ministro já atua no MEC e esteve em Fortaleza na inauguração das instalações do campus do ITA Ceará.
A partir desta quinta-feira (2), o servidor público federal Leonardo Barchini assume o comando do Ministério da Educação (MEC) no lugar de Camilo Santana (PT), que esteve à frente do Ministério por 3 anos e 3 meses. Na última agenda como ministro, Camilo esteve em Fortaleza no dia 1º de abril na inauguração das instalações do campus do ITA Ceará.
Camilo, que estava licenciado do mandato de senador, deixa o MEC para se dedicar à reeleição do governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT), e para apoiar Lula na campanha federal. Mas a desincompatibilização também assegura que ele próprio possa ser candidato, caso seja essa a decisão.
Veja também
O novo ministro, Leonardo Barchini, que já atua na gestão do MEC, também esteve em Fortaleza no evento do ITA. A nomeação do sucessor de Camilo foi publicada no Diário Oficial da União.
Ele inicia a nova gestão nesta quinta, após ter ocupado o cargo de secretário-executivo do MEC desde agosto de 2023. Barchini trabalhava junto com Camilo e era o “número 2” do MEC, lugar deixado por Izolda Cela, quando ela saiu para disputar a prefeitura de Sobral e, mesmo perdendo o pleito, não retornou ao ministério.
Currículo do novo ministro
De acordo com o MEC, o novo ministro é servidor público federal há mais de 30 anos, da carreira de analista em Ciência e Tecnologia sênior da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), autarquia do MEC.
Ele é bacharel em direito e mestre em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília (UnB). Barchini é considerado um servidor com ampla atuação na administração pública.
No MEC, antes de assumir a Secretaria-Executiva, ele atuou como secretário-executivo adjunto (abaixo de Izolda , à época); chefe de gabinete do ministro Fernando Haddad (PT) de 2011 a 2012; chefe da Assessoria Internacional, de 2008 a 2011; e diretor de Programas, de 2023 a 2024.
Entre os anos de 2013 e 2016, foi secretário de Relações Internacionais e Federativas e chefe de gabinete do prefeito de São Paulo.