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Estado vai captar parceiros nos Emirados Árabes Unidos

Escrito por
Redação producaodiario@svm.com.br
Legenda: Cesar Ribeiro: 'A expectativa é muito grande de abrir canais no mercado internacional'
Foto: Foto: Natinho Rodrigues

Fortaleza/São Paulo. Presente ao Fórum Econômico Brasil-Países Árabes, ontem (2), em São Paulo, o secretário Cesar Ribeiro (Desenvolvimento Econômico) afirmou que tomou conhecimento de "uma gama de oportunidades" do Ceará para com os parceiros árabes e, no fim do mês, durante o Fórum Internacional das Zonas Livres de Comércio, em Dubai, deve afinar possíveis negócios.

"Eu já estive neste evento quando fui presidente da ZPE do Ceará e devemos fechar uma agenda com o Ministério da Indústria e Comércio para apresentar o Ceará aos investidores árabes", contou sobre como articula com o governo federal a participação do Estado no evento.

Das oportunidades já conferidas por Ribeiro, ele destacou a ênfase dada no Fórum em logística - "algo que interessa muito o Ceará" - e também em energias renováveis. "Nossa expectativa é muito grande de abrir canais no mercado internacional com esses países", afirmou, acrescentando que teve encontros com representantes de um porto árabe já parceiro de Roterdã e que é potencial parceiro do Pecém.

Estreitamento

Discursando durante o Fórum Econômico Brasil-Países Árabes, o presidente Michel Temer sinalizou uma ida aos países árabes e afirmou que o estreitamento dos laços entre o Brasil e o mundo árabe é muito caro para ele, que é filho de libaneses. Segundo o presidente, a relação é próxima e seguirá com mais prosperidade daqui para frente.

"Temos uma excelente relação com o mundo árabe. O Brasil é um parceiro confiável, especialmente na área de Segurança Alimentar. Temos uma corrente comercial (exportação/importação) da ordem de US$ 20 bilhões e podemos ampliar essa receita em pelo menos 20%. Temos muito, mas queremos mais", afirmou o presidente.

O presidente da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, Rubens Hannun, ainda destacou que "os árabes foram responsáveis por 10% do superávit comercial recorde obtido pelo Brasil em 2017". "Devem, portanto, ser reconhecidos como países estratégicos para o intercâmbio econômico e comercial", disse.

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