Como usar o crédito de forma consciente no início do ano e evitar endividamento
Especialista orienta qual o melhor momento de buscar crédito
O início do ano costuma ser um período estratégico para que famílias e empresas revisem o orçamento, reorganizem dívidas e planejem novos projetos. Nesse contexto, o uso consciente do crédito pode contribuir para o equilíbrio financeiro, desde que a contratação seja feita com planejamento, informação e análise criteriosa das condições oferecidas pelo mercado.
O crédito é amplamente utilizado no Brasil para lidar com imprevistos, quitar dívidas mais onerosas ou viabilizar objetivos de médio e longo prazo, como a aquisição de bens, investimentos em educação ou expansão de negócios. No entanto, especialistas alertam que a decisão deve considerar também a capacidade de pagamento, o impacto das parcelas no orçamento e o custo total da operação.
Qual o melhor momento de buscar crédito?
O momento de recorrer ao crédito também é determinante para que ele seja um aliado, e não um fator de desequilíbrio. A contratação pode ser estratégica para substituir dívidas mais caras, como o rotativo do cartão de crédito ou o cheque especial, além de ser indicada para investimentos que gerem retorno financeiro ou melhoria da qualidade de vida. Por outro lado, o uso frequente do crédito para cobrir despesas cotidianas pode sinalizar a necessidade de revisão do planejamento financeiro.
Entre as principais modalidades disponíveis estão o crédito pessoal, geralmente utilizado para despesas diversas; o crédito consignado, cujas parcelas são descontadas diretamente da folha de pagamento ou benefício previdenciário; e o financiamento, indicado para a compra de bens de maior valor, como imóveis e veículos. Cada opção apresenta prazos, garantias e taxas distintas, o que torna essencial a comparação antes da contratação.
O que analisar antes de contratar crédito?
De acordo com Anderson Ferreira, gerente de desenvolvimento de negócios da Sicredi Veredas, a análise deve ir além da taxa de juros nominal. “É fundamental observar se a parcela cabe de forma confortável no orçamento mensal, o prazo total da dívida e, principalmente, o Custo Efetivo Total (CET), que inclui tarifas, seguros e outros encargos. Também é importante manter uma reserva de emergência capaz de cobrir de um a três meses das parcelas, em caso de imprevistos”, orienta.
Nesse cenário, as cooperativas de crédito têm se destacado como alternativa no sistema financeiro. Com um modelo baseado no cooperativismo, essas instituições operam com foco no desenvolvimento dos associados e das comunidades onde estão inseridas. Diferentemente de bancos tradicionais, não priorizam a maximização do lucro, mas a oferta de soluções financeiras sustentáveis e adequadas ao perfil de cada cooperado.
Vantagem da cooperativa de crédito
A Sicredi Veredas atua nesse modelo, oferecendo linhas de crédito para pessoas físicas, produtores rurais e empresas, aliadas a ações de educação financeira e atendimento personalizado. “O diferencial do cooperativismo está na proximidade com o associado. Antes de oferecer qualquer solução, buscamos compreender a realidade financeira e os objetivos de cada pessoa ou negócio. O crédito deve ser um instrumento de desenvolvimento, e não de endividamento”, destaca Anderson Ferreira.
Com informação, planejamento e escolha consciente da instituição financeira, o crédito pode deixar de ser um risco e se tornar uma ferramenta para organização financeira, realização de projetos e crescimento sustentável ao longo do ano.
Serviço:
Sicredi Veredas
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