Comércio varejista do Ceará tem a maior alta do Nordeste no ano

De acordo com a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), a receita nominal do varejo ampliado no Ceará apresentou uma alta de 5,3% no acumulado ao ano e se manteve em 5% nos últimos 12 meses

Legenda: Dentro do grupo de atividades do comércio varejista ampliado, o maior crescimento veio dos materiais de construção, com avanço de 9,9%
Foto: Foto: Kiko Silva

O comércio varejista ampliado no Ceará – que leva em consideração as vendas de veículos, motos, partes e peças, além de material de construção – apresentou o maior avanço do Nordeste no acumulado ao ano e em 12 meses, cujas taxas são 2,7% e 2,3%, respectivamente.  Os dados são referentes a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (13).

Atrás Ceará, estão os estados de Pernambuco (1,9%), Bahia (0,4%), Maranhão (0,%) e Rio Grande do Nortes (0,1%).

Em setembro, o Estado apontou um leve recuo de 0,6% ante a variação positiva de 0,5% em agosto. Já em relação ao igual mês do ano passado, o comércio varejista ampliado teve pequeno crescimento de 0,3%.

Dentro do grupo de atividades do comércio varejista ampliado, o maior crescimento veio dos materiais de construção, com avanço de 9,9%. O segmento de veículos, motocicletas, partes e peças apresentou aumento de 6,2%.

Entre as dez atividades pesquisadas pelo IBGE, seis tiveram queda em setembro. As atividades que mais apresentaram recuo são: hipermercados e supermercados (12,9%), livros, jornais, revistas e papelarias (3,6%), equipamentos e materiais para escritório (8,3%) e combustíveis e lubrificantes (3,2%).

Receita Nominal

A receita nominal do varejo ampliado no Ceará apresentou uma alta de 5,3% no acumulado ao ano e se manteve em 5% nos últimos 12 meses. Já em setembro, a receita do Estado teve um leve recuo de 0,8% ante o crescimento de 1,9% em agosto,

Em comparação a setembro de 2018, o crescimento foi de 2,7%. Entre os estados do Nordeste, no mês, o  o Piauí liderou a receita nominal com avanço de 4,3%, seguido da Bahia (1,7%), Paraíba e Rio Grande do Norte com 1,6%.

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