Ceará tem a 5ª maior taxa de informalidade do Brasil

Entre os estados da região Nordeste, a informalidade no Ceará é terceira maior, atrás apenas do Piauí (59,5%) e do Maranhão (60,5%)

Legenda: Empregados domésticos sem carteira assinada e trabalhadores por conta própria sem registro no CNPJ são considerados no cálculo da taxa de informalidade
Foto: Foto: Viviane Pinheiro

A taxa média de informalidade no Ceará marcou 54,9% em 2019, quinta maior do Brasil e a terceira maior entre os estados do Nordeste. O dado foi divulgado hoje (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

No Ceará, a taxa média de informalidade apresentou, em 2019, leve redução na comparação com o ano de 2018, quando era 55,3%. No ano retrasado, a informalidade no Estado liderava entre os estados nordestinos. Em 2017, a taxa de informalidade marcava 54,5% e, em 2016, 54,1%.

De acordo com os números, que integram a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), na região Nordeste, o Ceará fica atrás apenas do Piauí, em terceiro lugar, com 59,5%, e do Maranhão, que registrou a segunda maior taxa de informalidade do Brasil (60,5%).

62,4%
foi a taxa de informalidade registrada no Pará, a maior do País

Em quarto lugar, aparece o Amazonas, com 57,6%. As menores taxas médias anuais foram registradas em Santa Catarina (27,3%) e no Distrito Federal (29,6%).

A informalidade no Brasil é maior pelo menos desde 2016. De acordo com os percentuais dos últimos quatro anos no País, a taxa anualizada chegou a 41,1% em 2019. Em 2018, era 40,8% e, em 2017, 40,2%. No ano de 2016, a taxa era de 39%.

De acordo com o IBGE, para o cálculo da taxa de informalidade, são considerados os empregadores no setor privado sem carteira assinada; empregados domésticos sem carteira assinada; empregadores sem registro no CNPJ, trabalhador por conta própria sem registro no CNPJ e trabalhador familiar auxiliar.

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