Neto mata o próprio avô no Paraná após viajar 600 km para roubar ouro

O valor estimado dos itens levados é de R$ 110 mil.

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Redação producaodiario@svm.com.br
Imagem de câmera de segurança aérea mostrando carro preto, onde entram uma pessoa de capuz e um rapaz de camisa preta e cabelo preto.
Legenda: Câmeras de segurança do estabelecimento contribuíram para a identificação dos suspeitos.
Foto: Reprodução/Polícia Civil (PC-PR).

No Paraná, um jovem de 18 anos é suspeito de assaltar e matar o próprio avô, de 66 anos. O caso ocorreu na última quarta-feira (25).

Segundo a polícia, o rapaz, acompanhado de um amigo, viajou de Joinville até Ubiritã, cerca de 670 quilômetros, para roubar o parente.

A dupla realizou o crime em um bar da vítima, onde efetuaram disparos que o atingiram.

O neto do homem utilizava um capuz no intuito de, segundo a Polícia Civil, não ser reconhecido pelo avô, que morreu no local.

Após a ação, os suspeitos arrancaram joias do corpo do homem com violência, provocando lesões, em especial, no pescoço, e fugiram do local.

De acordo com as autoridades, o valor estimado desses itens é de R$ 110 mil.

Câmeras de segurança do estabelecimento flagraram o ocorrido e contribuíram para que a Polícia identificasse e localizasse a dupla. Ambos os jovens foram presos horas depois, na BR-277, em Cascavel (PR).

As autoridades também encontraram a arma usada na ação e 184 gramas de ouro no carro dos suspeitos. Agora, eles devem responder pelo crime de latrocínio, ou seja, roubo seguido de morte.

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Detalhes do caso

Após os depoimentos, a Polícia afirmou que o jovem confessou a participação no crime e que iria pagar ao comparsa R$ 4 mil pelo apoio e ajuda.

Segundo o delegado André Dzindzik, ambos os suspeitos precisavam "levantar dinheiro para cobrir dívidas que possuiam".

A escolha do senhor de 66 anos como vítima, conforme Dzindzik, veio do próprio neto, por conhecer a rotina do avô, tornando-o um "alvo mais fácil", além de saber que ele guardava ouro.

No depoimento, os suspeitos também informaram que pretendiam vender as joias roubadas.

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