FBI afirma ter encontrado rifle usado para matar Charlie Kirk

Arma foi localizada em uma área de mata por onde o atirador fugiu

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(Atualizado às 11:10, em 12 de Setembro de 2025)
Agentes do FBI
Legenda: As buscas pelo atirador continuam nesta quinta-feira (11)
Foto: PATRICK T. FALLON / AFP

O FBI informou, nesta quinta-feira (11), que foi encontrada a arma utilizada no atentado que matou o ativista de direita americano Charlie Kirk, de 31 anos. Os investigadores ainda não encontraram o autor do crime, mas afirmaram ter imagens do suspeito. 

A arma, segundo o agente do FBI Robert Bohls, "é um rifle de alta potência". Durante entrevista coletiva, ele ainda destacou que há imagens do suspeito.

De acordo com a polícia federal americana, o rifle foi recuperado em uma área de mata por onde o atirador fugiu, e passará por perícia laboratorial. 

Na quarta-feira (10), um suspeito chegou a ser detido, mas liberado após interrogatório. As buscas pelo assassino continuam nesta quinta, com operações porta a porta realizadas por agentes federais, estaduais e locais. Os motivos do atentado ainda não foram identificados. 

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O crime

O ativista conservador era muito próximo a Donald Trump. Ele levou um tiro no pescoço enquanto falava em evento de uma universidade em Utah, nessa quarta. O crime foi registrado em vários vídeos que começaram a circular rapidamente nas redes sociais. Nas gravações, Kirk aparece caindo da cadeira em meio a gritos de pânico do público.

O ataque ocorreu perto do meio-dia durante o evento organizado pelo movimento "Turning Point USA", cofundado por Kirk. Beau Mason, do Departamento de Segurança Pública de Utah, afirmou que o tiro provavelmente veio de um telhado e que as câmeras do circuito fechado registraram um suspeito "vestindo roupas escuras".

O presidente Donald Trump acusou a retórica da "esquerda radical" de ter contribuído para o assassinato de Kirk, a quem descreveu como um "mártir da verdade". O líder republicano prometeu que seu governo "encontrará todos os que contribuíram para essa atrocidade e para outros casos de violência política, incluindo as organizações que a financiam e apoiam".

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