Mais um banco do Estado muda de mãos
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Redação
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Na década de 80, além do BEC, o Ceará chegou a abrigar quatro bancos privados
Depois do Banco do Estado do Ceará (BEC), também adquirido pelo Bradesco em dezembro de 2005, o BMC é mais um da lista de instituições financeiras do tipo no Estado, que deixaram de existir. Na década de 80, além do banco público, o Ceará chegou a abrigar quatro bancos privados — Banfort, Bancesa, BicBanco e BMC. Os dois primeiros foram extintos e os dois últimos mudaram sua administração para São Paulo, centro financeiro do País.
O BMC foi fundado em 1939 pela família Pinheiro na cidade em Fortaleza, como um banco de varejo. Em 1976, a terceira geração da família assumiu a direção e tornou a instituição financeira um banco de expressão nacional.
Com a expansão, o BMC passou a focar seu atendimento na pessoa jurídica, posicionando-se como banco de atacado. Vinte anos depois, em 1996 o Banco BMC passou por uma mudança do quadro acionário, na qual o Sr. Jaime Pinheiro, que já era acionista majoritário do banco, adquiriu a participação pertencente a seus irmãos.
Estratégia
Paralelamente, visando se adequar às grandes mudanças no sistema financeiro brasileiro, o BMC iniciou um amplo processo de reestruturação. A medida envolveu a revisão da estratégia, privilegiando a atuação nos nichos de operações de crédito às empresas de médio porte e empréstimos às pessoas físicas.
Depois do Banco do Estado do Ceará (BEC), também adquirido pelo Bradesco em dezembro de 2005, o BMC é mais um da lista de instituições financeiras do tipo no Estado, que deixaram de existir. Na década de 80, além do banco público, o Ceará chegou a abrigar quatro bancos privados — Banfort, Bancesa, BicBanco e BMC. Os dois primeiros foram extintos e os dois últimos mudaram sua administração para São Paulo, centro financeiro do País.
O BMC foi fundado em 1939 pela família Pinheiro na cidade em Fortaleza, como um banco de varejo. Em 1976, a terceira geração da família assumiu a direção e tornou a instituição financeira um banco de expressão nacional.
Com a expansão, o BMC passou a focar seu atendimento na pessoa jurídica, posicionando-se como banco de atacado. Vinte anos depois, em 1996 o Banco BMC passou por uma mudança do quadro acionário, na qual o Sr. Jaime Pinheiro, que já era acionista majoritário do banco, adquiriu a participação pertencente a seus irmãos.
Estratégia
Paralelamente, visando se adequar às grandes mudanças no sistema financeiro brasileiro, o BMC iniciou um amplo processo de reestruturação. A medida envolveu a revisão da estratégia, privilegiando a atuação nos nichos de operações de crédito às empresas de médio porte e empréstimos às pessoas físicas.